PAQUISTÃO - Patrões muçulmanos de três faxineiros cristãos teriam os envenenado em um salão de festas no dia 15 de dezembro, matando dois deles. No momento dessa notícia, o terceiro estava lutando contra a morte sob cuidados especiais. O pai dos três trabalhadores, Yousaf Masih, disse que o proprietário do salão de festas, juntamente com o administrador, envenenaram seus filhos porque eram cristãos que ousaram pedir pelo pagamento que lhes era devido. Imran Masih, 29, e Irfan Masih, 25, morreram no Salão de Festas Ferozewala Pul após terem sido forçados a beber algo fortemente envenenado, disse Yousaf Masih. O terceiro trabalhador, Aakash Masih, de 23 anos, estava em condições críticas na UTI do Hospital Civil de Gujranwala, na província de Punjab. “Na posição em que estavam, parece que foram forçados a consumir algum tipo de bebida envenenada, ou alguma droga, e foram deixados lá para morrer”, disse Yousaf Masih. “A administração do salão de festas não telefonou nem os levou para um hospital. Em vez disso, eles nos telefonaram após a morte de dois de nossos entes queridos.” A delegacia de polícia Colônia dos Povos registrou um assassinato e um caso de fraude contra Imtiyas Warriach, proprietário do salão de festas Ferozewala Pul, e contra o administrador do salão, Abid Virk. Até o momento dessa notícia, os dois permanecem em liberdade. O chefe da delegacia de polícia não estava disponível para comentar o assunto, mas um oficial disse à agência de notícias Compass Direct News que os dois suspeitos seriam presos em breve. A família soube das mortes quando um outro filho de Yousaf Masih, Javed Masih, de 21 anos, recebeu um telefonema em casa do proprietário do salão, Imtiyas Warriach, dizendo que seu irmão mais velho, Imran Masih, estava morto no chão do salão de festas. Por não terem recebido pagamento, os três irmãos tinham deixado o salão para trabalhar em outro local antes de terem regressado no fim de semana que antecedeu o envenenamento. Javed Masih disse que falara ao telefone com Imtiyas na sexta-feria, dia 11/12, quando o proprietário ligara pedindo que seus três irmãos voltassem ao trabalho. “O proprietário e o administrador do salão de festas me ligaram na manhã do dia 11 de dezembro e imploraram para que meus três irmãos se reunissem e começassem a trabalhar”, disse Javed Masih. “Eles prometeram pagar seus salários atrasados, bem como um bônus de natal e as horas extras. Meus irmãos concordaram e foram trabalhar na manhã seguinte.” Quando Yousaf e Javed Masih foram chamados ao salão de festas, no dia 15 de dezembro, encontraram Imran Masih e Irfan Masih mortos. Aakash Masih estava vivo, mas ainda deitado no chão, disseram eles. Yousaf Masih disse que, há muito tempo, seus filhos tinham-lhe dito que o proprietário Imtiyas Warriach e o administrador Abid Virk se recusavam a pagar suas diárias e que os administradores e membros da equipe do salão falavam-lhes de forma depreciativa por serem cristãos. “Sobre a exigência de suas diárias, o proprietário e o administrador tinham-lhes ameaçado que continuariam a trabalhar sem pagamento ou enfrentariam consequências terríveis”, disse Yousaf Masih. “Após meus filhos terem voltado a trabalhar como faxineiros, tanto o proprietário como o administrador começaram a ridicularizá-los por terem deixado o emprego anteriormente. Os dois muçulmanos zombaram de meus filhos por serem cristãos e os chamou de nomes pejorativos tais como "Chootra"”. Yousaf Masih, de 47 anos, disse ao Compass no escritório de uma organização de direitos humanos que seus filhos haviam trabalhado no mesmo salão de festas desde o dia de sua abertura em 2005. Soluçando, ele disse que o proprietário e o administrador nunca lhes pagaram o salário completo durante esse tempo. Então, eles começaram a procurar por outro trabalho algumas semanas antes do festival islâmico de sacrifício, chamado Eid-ul-Azha. Os muçulmanos evitam casamentos durante o mês islâmico de Muharram. Então, na pequena janela de tempo entre esse mês e o fim do festival de Eid-ul-Azha, os salões de festas de casamento prosperam e precisam de toda a ajuda possível, disse ele.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
IRMÃOS CRISTÃOS SÃO ENVENENADOS POR PATRÃO MUÇULMANO:
PAQUISTÃO - Patrões muçulmanos de três faxineiros cristãos teriam os envenenado em um salão de festas no dia 15 de dezembro, matando dois deles. No momento dessa notícia, o terceiro estava lutando contra a morte sob cuidados especiais. O pai dos três trabalhadores, Yousaf Masih, disse que o proprietário do salão de festas, juntamente com o administrador, envenenaram seus filhos porque eram cristãos que ousaram pedir pelo pagamento que lhes era devido. Imran Masih, 29, e Irfan Masih, 25, morreram no Salão de Festas Ferozewala Pul após terem sido forçados a beber algo fortemente envenenado, disse Yousaf Masih. O terceiro trabalhador, Aakash Masih, de 23 anos, estava em condições críticas na UTI do Hospital Civil de Gujranwala, na província de Punjab. “Na posição em que estavam, parece que foram forçados a consumir algum tipo de bebida envenenada, ou alguma droga, e foram deixados lá para morrer”, disse Yousaf Masih. “A administração do salão de festas não telefonou nem os levou para um hospital. Em vez disso, eles nos telefonaram após a morte de dois de nossos entes queridos.” A delegacia de polícia Colônia dos Povos registrou um assassinato e um caso de fraude contra Imtiyas Warriach, proprietário do salão de festas Ferozewala Pul, e contra o administrador do salão, Abid Virk. Até o momento dessa notícia, os dois permanecem em liberdade. O chefe da delegacia de polícia não estava disponível para comentar o assunto, mas um oficial disse à agência de notícias Compass Direct News que os dois suspeitos seriam presos em breve. A família soube das mortes quando um outro filho de Yousaf Masih, Javed Masih, de 21 anos, recebeu um telefonema em casa do proprietário do salão, Imtiyas Warriach, dizendo que seu irmão mais velho, Imran Masih, estava morto no chão do salão de festas. Por não terem recebido pagamento, os três irmãos tinham deixado o salão para trabalhar em outro local antes de terem regressado no fim de semana que antecedeu o envenenamento. Javed Masih disse que falara ao telefone com Imtiyas na sexta-feria, dia 11/12, quando o proprietário ligara pedindo que seus três irmãos voltassem ao trabalho. “O proprietário e o administrador do salão de festas me ligaram na manhã do dia 11 de dezembro e imploraram para que meus três irmãos se reunissem e começassem a trabalhar”, disse Javed Masih. “Eles prometeram pagar seus salários atrasados, bem como um bônus de natal e as horas extras. Meus irmãos concordaram e foram trabalhar na manhã seguinte.” Quando Yousaf e Javed Masih foram chamados ao salão de festas, no dia 15 de dezembro, encontraram Imran Masih e Irfan Masih mortos. Aakash Masih estava vivo, mas ainda deitado no chão, disseram eles. Yousaf Masih disse que, há muito tempo, seus filhos tinham-lhe dito que o proprietário Imtiyas Warriach e o administrador Abid Virk se recusavam a pagar suas diárias e que os administradores e membros da equipe do salão falavam-lhes de forma depreciativa por serem cristãos. “Sobre a exigência de suas diárias, o proprietário e o administrador tinham-lhes ameaçado que continuariam a trabalhar sem pagamento ou enfrentariam consequências terríveis”, disse Yousaf Masih. “Após meus filhos terem voltado a trabalhar como faxineiros, tanto o proprietário como o administrador começaram a ridicularizá-los por terem deixado o emprego anteriormente. Os dois muçulmanos zombaram de meus filhos por serem cristãos e os chamou de nomes pejorativos tais como "Chootra"”. Yousaf Masih, de 47 anos, disse ao Compass no escritório de uma organização de direitos humanos que seus filhos haviam trabalhado no mesmo salão de festas desde o dia de sua abertura em 2005. Soluçando, ele disse que o proprietário e o administrador nunca lhes pagaram o salário completo durante esse tempo. Então, eles começaram a procurar por outro trabalho algumas semanas antes do festival islâmico de sacrifício, chamado Eid-ul-Azha. Os muçulmanos evitam casamentos durante o mês islâmico de Muharram. Então, na pequena janela de tempo entre esse mês e o fim do festival de Eid-ul-Azha, os salões de festas de casamento prosperam e precisam de toda a ajuda possível, disse ele.
O QUE VEM PELA FRENTE NO HAITI::
Para médicos no Haiti, pior ainda está por virREUTERS
Por Maggie Fox
WASHINGTON (Reuters) - Um terremoto que pode ter matado até 200 mil pessoas teria sido uma tragédia em qualquer lugar do mundo, mas no Haiti, onde Aids, tuberculose e malária correm soltas, as crianças são subnutridas e a higiene era um desafio, isso pode provocar um dos piores desastres médicos da história.
As equipes médicas que chegaram para montar hospitais móveis afirmam que já estão estupefatas com a quantidade de fatalidades e temem que o pior ainda esteja por vir com o aparecimento de infecções e doenças.
"O risco número um sempre consiste em infecções bacterianas onde há feridas abertas", disse Josh Ruxin, especialista em saúde pública da Universidade Columbia que vive e trabalha em Ruanda.
Autoridades do governo haitiano afirmaram que o número de mortes decorrentes do terremoto de magnitude 7, ocorrido na terça-feira, provavelmente ficaria entre 100 mil e 200 mil, e os feridos nem mesmo começaram a ser contados. Alguns ferimentos incluem membros amputados ou esmagados, fraturas expostas e lacerações. Sem tratamento rápido, essas feridas podem infeccionar.
"As coisas vão ficar muito, muito piores antes de começarem a melhorar", afirmou Ruxin.
A água é escassa e uma probabilidade é a ocorrência de diarreia. Crianças, pessoas debilitadas e idosos morrerão da doença, que poderia ser facilmente tratada com água e sais de reidratação em condições mais normais.
Equipes médicas dirigiram-se para o país em hospitais móveis, e toneladas de suprimentos foram enviadas ao país caribenho, mas elas não foram colocadas à disposição da população porque as estradas estão destruídas e não há segurança.
O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, enviou uma equipe de 267 especialistas médicos, incluindo cirurgiões, que chegaram na sexta-feira. Mas eles tiveram de esperar até a noite de domingo para que militares os escoltassem em meio ao caos.
"Por causa do tempo que passou, eles provavelmente terão muita diabete fora do controle", afirmou o médico Steven Harris, diretor médico do CDC no Haiti, numa entrevista por telefone. "Haverá falência renal por causa de desidratação".
O CDC prevê surtos de doenças infecciosas como sarampo e malária. "Há as variedades de doenças típicas daqui, mas certamente haverá uma piora depois de um desastre como esse", afirmou Harris.
VÍTIMAS MAIS NOVAS
"Isso pode se transformar num desastre infantil de proporções sem precedentes", disse o médico Irwin Redlener, do Centro Nacional para Prontidão de Desastres da Universidade Columbia.
Ele afirmou que 40 por cento da população do Haiti é formada por crianças menores de 14 anos, numa proporção muito maior do que na maioria dos países.
"Elas são mais suscetíveis a infecções, desidratação e choque. E, claro, há um tremendo impacto emocional", afirmou Redlener.
Mas Ruxin vê um sinal de esperança.
"Embora esta seja uma tragédia terrível, há a oportunidade de fazer algo que décadas de assistência não fizeram e isso consiste na construção de uma infra-estrutura de saúde pública estável", afirmou Ruxin.
Um relatório do Commonwealth Fund divulgado na sexta-feira indicou que a saúde pública de Nova Orleans, devastada pelo furacão Katrina em 2005, melhorou.
O documento também informou que um programa organizado por uma rede de clínicas locais financiadas pelos governos federal e local tem fornecido assistência a mais pacientes agora do que antes do desastre.
sábado, 29 de agosto de 2009
IGREJA LUTERANA DOS ESTADOS UNIDOS PERMITIRA QUE GAYS SE TORNEM PASTORES:

DALLAS - A maior denominação luterana dos Estados Unidos facilitou o processo para que gays e lésbicas em relações estáveis tornem-se pastores, encerrando uma política na qual eles poderiam ser clérigos caso permanecessem em celibato.
A Igreja Luterana Evangélica dos EUA encorajou suas congregações a encontrarem meios de apoiar ou reconhecer membros em "relações do mesmo sexo, comprovadamente duradouras e monogâmicas".
No entanto, isso não significa uma sanção oficial ao casamento gay ou uma aprovação para qualquer celebração do matrimônio entre homossexuais.
Ainda assim, a resolução é uma das mais liberais em qualquer denominação norte-americana em questões de orientação sexual, hoje um dos temas mais controversos em termos políticos e religiosos nos Estados Unidos.
A igreja, que possui 4,6 milhões de adeptos, adotou a resolução em seu encontro bienal em Mineápolis. "É sobre pessoas em relações comprometidas do mesmo sexo", disse John Brooks, diretor de comunicação e um dos porta-vozes da Igreja Luterana Evangélica.
Anteriormente, gays e lésbicas eram impedidos de participar das cerimônias a não ser que permanecessem em celibato.
Aprovada por 559 votos a favor e 441 contra, a resolução afirma que a igreja se comprometerá a buscar soluções para que pessoas em "relações do mesmo sexo, comprovadamente duradouras e monogâmicas sirvam como líderes incluídos nesta igreja".
A medida aplica-se a pastores e obreiros.
A assembleia ainda tem de aprovar mudanças procedimentais para levar a resolução adiante. Segundo Brooks, a nova política da igreja deverá ser adotada a partir de 2010.
A iniciativa cerca de um mês depois de a Igreja Episcopal dos EUA decidir, na prática, abolir o compromisso de ser "austera" ao analisar candidatos gays ao episcopado, o que provocou cisões na comunidade anglicana ao redor do mundo.
A Igreja Episcopal, uma ramificação norte-americana do Anglicanismo, está desenvolvendo os rituais e as liturgias oficiais para abençoar casamentos homossexuais.
domingo, 16 de agosto de 2009
PLL 122/06 CRIA CASTA DE PRIVILEGIADOS NO BRASIL:

PLC 122/06 cria casta de privilegiados no Brasil
BRASIL (*) - "Os artigos do PLC 122/2006 não são prejudiciais apenas aos cristãos, mas também a todos os não homossexuais, a fim de transformá-los em uma casta da sociedade com privilégios nunca antes visto. Lembro por esse artigo que a nossa luta não é contra a lei, mas contra parte dela, ao dar aos homossexuais privilégios que nem o Presidente da República tem.
“Art. 4º-A; Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Então nenhum homossexual poderá ser mandado embora do serviço, porque ele pode alegar na justiça que foi despedido por discriminação e seu ex-patrão poder ir pra cadeia, mesmo que o indivíduo seja mandado embora por incompetência ele pode entrar na justiça alegando discriminação.
“Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Como pastor evangélico não gostaria que um imóvel meu fosse alugado para se transformar em um prostíbulo e acredito que não preciso me explicar a esse respeito, entretanto, se eu não alugar o imóvel a um homossexual, às vezes até sem saber que ele tinha essa postura sexual, eu e você também poderemos ser presos se ele alegar que foi preconceito. Eu posso ir pra cadeia sem ter feito nada porque a lei ainda diz que no caso de dúvida, o juiz deve favorecer o homossexual.
Art. 9º § 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil.
Que absurdo, não somos todos iguais perante a lei. A interpretação da lei deve beneficiar alguém, então a outra parte já sai perdendo, tirando as crianças que realmente devem ser favorecidas em uma interpretação da lei, mais ninguém deve ter tal benefício.
Sei que é necessário cuidar das pessoas. Nós, os evangélicos, somos ABSOLUTAMENTE CONTRA qualquer tipo de agressão física a qualquer pessoa e nisto se incluem os homossexuais. Não acreditamos que eles possam sofrer mais do que qualquer cidadão comum, somente por causa de sua opção sexual, mas também entendemos que eles não podem se tornar especiais por causa de sua opção sexual, eles devem ter e têm, os mesmos direitos que eu tenho, não mais direitos do que eu.
Eu, e minha comunidade estamos engajados na luta contra o preconceito, contra o preconceito sobre os religiosos que lutam por direitos iguais e não por um grupo que seja beneficiado em detrimento de outro, assim sendo, me coloco à disposição de qualquer grupo seja religioso, direitos humanos, GLS ou quem, particularmente quiser conhecer melhor a lei PLC 122/2006, no endereço abaixo mencionado, para discutir de modo civilizado e respeitoso o teor da lei a ser aprovada, sem afrontas apenas discussões sadias e respeitosas reciprocamente. Que o melhor para o Brasil seja feito em nome de Jesus, é essa a nossa oração."
domingo, 9 de agosto de 2009
TUFÃO " MARAKOT " NA CHINA:

Tufão "Morakot" mata 1 e deixa 1 mi de desabrigados na China
Pequim, 9 ago (EFE).- O tufão "Morakot" chegou à China hoje, onde causou uma morte e levou à evacuação de 1 milhão de moradores, após deixar seis mortos e provocar as piores inundações em cinco décadas na ilha de Taiwan.
Segundo a agência de notícias chinesa "Xinhua", o tufão, que atingiu o litoral de Fujian, causou na vizinha província de Zhejiang a morte uma criança de 4 anos, que ficou soterrada com outros quatro adultos no desabamento de cinco casas, devido à força das chuvas provocadas pelo tufão na cidade de Wenzhou.
"Morakot", o oitavo tufão que atinge a China este ano, chegou na cidade de Beibi, jurisdição de Ningde (Fujian), às 4h20 local, segundo o escritório meteorológico local.
Antes de sua chegada, o tufão provocou contínuas chuvas e ventos fortes tanto em Fujian quanto em Zhejiang, onde quase 1 milhão de moradores foram retirados para protegê-los do fenômeno.
Em Zhejiang, que está em alerta máximo desde esta manhã, há ventos de quase 180 km/h na cidade litorânea de Taizhou, e em toda a província 490 mil residentes tiveram que ser retirados.
Outros 505 mil foram evacuados em Fujian e realocados em áreas protegidas da passagem do "Morakot".
O leste e sul da China sofrem a cada ano a influência da monção, e desde que começou a temporada até 30 de julho, 307 pessoas morreram e outras 67 milhões foram atingidas por inundações, avalanches e tufões, segundo dados do Ministério de Recursos da Água.
terça-feira, 21 de julho de 2009
FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL NA ÁFRICA:

Fifa repreende comemoração religiosa do Brasil na África
JAMIL CHADE - Agencia Estado
GENEBRA - A comemoração do Brasil pelo título da Copa das Confederações, na África do Sul, e o comportamento dos jogadores após a vitória sobre os Estados Unidos causaram polêmica na Europa. A queixa é de que a seleção estaria usando o futebol como palco para a religião. A Fifa confirmou à Agência Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.
Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.
Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir o Brasil.
"A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações.
As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.
A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está "monitorando" a situação. E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto". A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.
domingo, 28 de junho de 2009
IGREJAS PODERÃO SER FORÇADAS A TER HOMOSSEXUAIS COMO LÍDERES DE JOVENS:
INGLATERRA - As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.
A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.
“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminaçã o. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.
A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.
O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.
Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.
Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co. uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.
A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.
A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.
“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminaçã o. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.
A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.
O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.
Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.
Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co. uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.
A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
GAROTA É ESTUPRADA POR SER CRISTÃ:
Garota é estuprada por ser cristã
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Paquistão
PAQUISTÃO (13º) - Seis homens não identificados assaltaram um povoado no Paquistão, na noite de 10 de janeiro. Quando eles perceberam que um dos donos da casa que roubavam era cristão, eles estupraram uma garota de 14 anos em frente aos pais dela, só para afrontar sua fé.
Os seis homens, armados, arrombaram duas casas muçulmanas e três casas cristãs, agrediram fisicamente os moradores, levaram dinheiro, TVs, celulares e outros objetos de valor. Depois de assaltarem as casas, eles voltaram para a casa de Rafiq Masih e começaram a ofender ele e sua esposa, só por serem cristãos. Não satisfeitos com os estragos já feitos, eles amarraram o casal e estupraram a filha adolescente.
Os criminosos abandonaram Naomi inconsciente e em situação crítica, depois escaparam com os itens roubados. Naomi foi levada imediatamente para o hospital. A polícia local registrou um boletim contra os seis, por roubo e estupro. Os ladrões ainda estão à solta, mas fontes na polícia disseram que as investigações estão caminhando e prometeram prender os culpados.
O ataque aconteceu no povoado de Chak, na província de Punjab. As três casas cristãs que foram assaltadas pertenciam a Saleem Masih, Rafiq Masih e Bashir Masih, trabalhadores locais.
Ore para que Deus dê forças para a família, e para que a justiça seja feita.
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Paquistão
PAQUISTÃO (13º) - Seis homens não identificados assaltaram um povoado no Paquistão, na noite de 10 de janeiro. Quando eles perceberam que um dos donos da casa que roubavam era cristão, eles estupraram uma garota de 14 anos em frente aos pais dela, só para afrontar sua fé.
Os seis homens, armados, arrombaram duas casas muçulmanas e três casas cristãs, agrediram fisicamente os moradores, levaram dinheiro, TVs, celulares e outros objetos de valor. Depois de assaltarem as casas, eles voltaram para a casa de Rafiq Masih e começaram a ofender ele e sua esposa, só por serem cristãos. Não satisfeitos com os estragos já feitos, eles amarraram o casal e estupraram a filha adolescente.
Os criminosos abandonaram Naomi inconsciente e em situação crítica, depois escaparam com os itens roubados. Naomi foi levada imediatamente para o hospital. A polícia local registrou um boletim contra os seis, por roubo e estupro. Os ladrões ainda estão à solta, mas fontes na polícia disseram que as investigações estão caminhando e prometeram prender os culpados.
O ataque aconteceu no povoado de Chak, na província de Punjab. As três casas cristãs que foram assaltadas pertenciam a Saleem Masih, Rafiq Masih e Bashir Masih, trabalhadores locais.
Ore para que Deus dê forças para a família, e para que a justiça seja feita.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
VITÓRIA PARA IGREJAS DOMÉSTICAS EM KARNATAKA- ÍNDIA:

Culto em uma igreja na Índia
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia
ÍNDIA (30º) - Quatro meses após o fechamento de várias igrejas domésticas no Estado de Karnataka, o tribunal do Estado deu-lhes permissão para reabrir e realizar seus cultos normalmente.
A decisão foi dada após pastores e cristãos do distrito de Davanagere enviarem uma petição por escrito ao tribunal de Karnataka.
O Conselho Geral dos Cristãos da Índia (CGCI) ofereceu representantes legais e apoio logísticos aos pastores envolvidos no processo.
Nos últimos quatro meses e meio, foram fechadas 12 igrejas em Davanagere.
Após ataques realizados em 17 de agosto de 2008, a administração de distrito emitiu informes buscando por igrejas que funcionassem irregularmente. No início de setembro, várias igrejas já haviam sido lacradas.
O vice-comissário K. Amar Narayan instruiu o Departamento de Polícia a inspecionar igrejas e salas de oração a fim de verificar quantos tinham autorização.
A imprensa indiana observou que os templos de outras religiões não estavam sendo checados.
Líderes cristãos locais dizem que por trás dos fechamentos das igrejas havia extremistas hindutvas influenciando o governo.
Durante 2008, grupos extremistas como o RSS e o Bajrang Dal agrediram cristãos, incendiaram igrejas, fizeram acusações falsas contra pastores e abriram processos contra eles. Como isso, houve poucas reuniões cristãs, pois a Igreja vivia com medo.
O chefe de Justiça do tribunal foi duro com o administrador do distrito, dizendo “Em um país democrático, ninguém tem poder para impedir outra pessoa de cultuar segundo os preceitos da fé que professa. O credo pode ser uma igreja ou qualquer outro centro de culto”.
Hoje, o CGCI alegra-se com os cristãos de Davanagere com a vitória legal. As 12 igrejas que haviam sido fechadas estão abertas, e o governo talvez solicite que as igrejas queimadas sejam indenizadas. Todas as acusações falsas registradas contra pastores foram automaticamente retiradas com o veredicto do tribunal.
Durante a audiência, o promotor público se comprometeu a dar melhor proteção aos cristãos e às minorias no Estado de Karnataka.
Dr. Joseph D’souza, presidente do CGCI, comenta: “Os planos dos grupos extremistas hindus foram frustrados. Eles não sabem que as igrejas, em seus 2 mil anos de existência, se reúnem em casas, células, esconderijos subterrâneos, salões, campos e quaisquer outros lugares onde possam realizar seus cultos”.
domingo, 18 de janeiro de 2009
PASTOR RELATA A DIFICULDADE DE SER CRISTÃO EM MIANMAR:
Pastor relata a dificuldade de ser cristão em Mianmar
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida em Mianmar
MIANMAR (25º) - Saw Stephen, 34, da etnia karen, tem tentado servir como pastor no Estado de Karenni desde 1996. Mas, como muitos cristãos em Mianmar, Saw sofre perseguição por parte da junta militar do país, conhecida como Conselho Estadual de Desenvolvimento e Paz (SPDC).
"A primeira igreja que pastoreei, Igreja Batista Proteção, tinha mais de 250 pessoas, mas o governo militar [de Mianmar] veio e destruiu-a. Isto aconteceu em abril de 1999. Os militares queimaram as casas das pessoas e, com machados e bastões, destruíram a igreja", disse Saw à agência de notícias Christian Freedom International [Liberdade Cristã Internacional].
"Fui capturado e levado ao gabinete militar. Fiquei quatro meses preso em uma pequena sala, sem poder ter contato com minha família.
"Após a liberação, fui realocado em outra igreja, a Igreja Batista Law Da Lay, no Estado de Karenni. Tínhamos mais de 120 famílias; mais de 600 pessoas freqüentavam a igreja. A maioria dos moradores da vila era cristã.
"Em 5 de novembro de 2003, o governo militar chegou à aldeia e ordenou que saíssemos. Eles disseram: ‘Se vocês não saírem dentro de uma semana, serão nossos inimigos’. Eles não explicaram porque tínhamos de sair. Os soldados destruíram a nossa igreja.
“Ninguém mais ficou na aldeia, todos se afastaram. A maioria fugiu para a selva. Eu fui para o campo de refugiados na Tailândia.
"O governo [de Mianmar] não nos irá permitir reconstruir as igrejas. Eles não irão permitir construir qualquer igreja no país.
“Agora, eu não posso ficar muito tempo em um mesmo lugar. Vou de um lugar a lugar. Não é seguro para mim.
"O Governo de Mianmar é anticristão. Eles estão com medo de que o cristianismo traga costumes ocidentais. ‘Vai estragar a nossa cultura’, dizem eles. Eles vêem o cristianismo como uma religião ocidental. ‘É a principal religião do Ocidente’, dizem, ‘ é por isso que eles odeiam e têm medo dessa religião. Dirigentes da junta militar disseram que o povo de Mianmar tem de ter cuidado com os cristãos: ‘As políticas ocidentais podem entrar e passar à frente de nós’, eles dizem.
“As pessoas passam fome em Mianmar. Vejo tantas crianças morrendo de fome. Ninguém pode mudar Mianmar. Somente Deus pode mudar Mianmar. Por favor, orem por nós."
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida em Mianmar
MIANMAR (25º) - Saw Stephen, 34, da etnia karen, tem tentado servir como pastor no Estado de Karenni desde 1996. Mas, como muitos cristãos em Mianmar, Saw sofre perseguição por parte da junta militar do país, conhecida como Conselho Estadual de Desenvolvimento e Paz (SPDC).
"A primeira igreja que pastoreei, Igreja Batista Proteção, tinha mais de 250 pessoas, mas o governo militar [de Mianmar] veio e destruiu-a. Isto aconteceu em abril de 1999. Os militares queimaram as casas das pessoas e, com machados e bastões, destruíram a igreja", disse Saw à agência de notícias Christian Freedom International [Liberdade Cristã Internacional].
"Fui capturado e levado ao gabinete militar. Fiquei quatro meses preso em uma pequena sala, sem poder ter contato com minha família.
"Após a liberação, fui realocado em outra igreja, a Igreja Batista Law Da Lay, no Estado de Karenni. Tínhamos mais de 120 famílias; mais de 600 pessoas freqüentavam a igreja. A maioria dos moradores da vila era cristã.
"Em 5 de novembro de 2003, o governo militar chegou à aldeia e ordenou que saíssemos. Eles disseram: ‘Se vocês não saírem dentro de uma semana, serão nossos inimigos’. Eles não explicaram porque tínhamos de sair. Os soldados destruíram a nossa igreja.
“Ninguém mais ficou na aldeia, todos se afastaram. A maioria fugiu para a selva. Eu fui para o campo de refugiados na Tailândia.
"O governo [de Mianmar] não nos irá permitir reconstruir as igrejas. Eles não irão permitir construir qualquer igreja no país.
“Agora, eu não posso ficar muito tempo em um mesmo lugar. Vou de um lugar a lugar. Não é seguro para mim.
"O Governo de Mianmar é anticristão. Eles estão com medo de que o cristianismo traga costumes ocidentais. ‘Vai estragar a nossa cultura’, dizem eles. Eles vêem o cristianismo como uma religião ocidental. ‘É a principal religião do Ocidente’, dizem, ‘ é por isso que eles odeiam e têm medo dessa religião. Dirigentes da junta militar disseram que o povo de Mianmar tem de ter cuidado com os cristãos: ‘As políticas ocidentais podem entrar e passar à frente de nós’, eles dizem.
“As pessoas passam fome em Mianmar. Vejo tantas crianças morrendo de fome. Ninguém pode mudar Mianmar. Somente Deus pode mudar Mianmar. Por favor, orem por nós."
IGREJAS SÃO PROIBIDAS DE SE REUNIR EM CASAS:
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida em Mianmar
MIANMAR (25º) - Os cristãos na antiga capital de Mianmar, Rangoon, encontram-se em estado precário depois que as autoridades locais proibiram a realização de cultos em casas e ameaçaram lacrar as congregações que não obedecessem à ordem.
O comitê de Paz e Desenvolvimento do distrito de Kyauktada intimou pastores do centro da cidade para uma reunião em 5 de janeiro e ordenou que não mais fizessem cultos em apartamentos residenciais.
"[As autoridades] avisaram-nos de que nossas igrejas seriam fechadas se continuássemos com os cultos", disse um pastor do distrito de Pabedan, que compareceu à reunião.
Esse pastor, que pediu para não ser identificado, disse à agência de notícias Mizzima que quase 50 líderes e pastores que assistiram à reunião tiveram de assinar mais de cinco documentos prometendo acabar com os cultos nas casas.
"Nos documentos estava escrito que podemos ser punidos [e encarcerados] se não obedecermos à ordem, e que a igreja poderia ser fechadas", disse o pastor.
Quando contatado por Mizzima, um funcionário do comitê de Paz e Desenvolvimento de Kyauktada confirmou a realização da reunião no dia 5 de janeiro, mas se recusou a entrar em detalhes.
Contudo, segundo o pastor, as autoridades intimaram mais de cem igrejas, a maioria localizada no centro de Rangoon, e informaram-nas sobre a nova ordem.
"Recebemos a intimação no domingo", disse o pastor. "Agora, não sabemos o que fazer com nossos cultos dominicais."
O regime militar de Mianmar, há muito tempo, parou de emitir licenças a organizações religiosas e igrejas, forçando várias congregações de Rangoon a realizar seus cultos em apartamentos, que são alugados ou comprados nos nomes de proprietários particulares.
Segundo os líderes cristãos, há cerca de cem igrejas operando em apartamentos no centro de Rangoon.
Um jovem cristão da cidade, em um e-mail, afirmou que a ordem praticamente impediu os cristãos de cultuar, pelo fato de a maior parte deles se reunir em residências.
"A ordem abrange 80% das igrejas de Rangoon. Apenas algumas têm seu próprio terreno. A maior parte aluga prédios, casas e escritório alugados”, explicou o jovem.
"Precisamos de suas orações pela comunidade cristã em Mianmar", acrescentou ele.
Enquanto a perseguição religiosa e a proibição de ritos religiosos são comuns em Mianmar, essa nova ordem, segundo outro pastor, é especificamente para impedir os cristãos de se reunirem regularmente.
MIANMAR (25º) - Os cristãos na antiga capital de Mianmar, Rangoon, encontram-se em estado precário depois que as autoridades locais proibiram a realização de cultos em casas e ameaçaram lacrar as congregações que não obedecessem à ordem.
O comitê de Paz e Desenvolvimento do distrito de Kyauktada intimou pastores do centro da cidade para uma reunião em 5 de janeiro e ordenou que não mais fizessem cultos em apartamentos residenciais.
"[As autoridades] avisaram-nos de que nossas igrejas seriam fechadas se continuássemos com os cultos", disse um pastor do distrito de Pabedan, que compareceu à reunião.
Esse pastor, que pediu para não ser identificado, disse à agência de notícias Mizzima que quase 50 líderes e pastores que assistiram à reunião tiveram de assinar mais de cinco documentos prometendo acabar com os cultos nas casas.
"Nos documentos estava escrito que podemos ser punidos [e encarcerados] se não obedecermos à ordem, e que a igreja poderia ser fechadas", disse o pastor.
Quando contatado por Mizzima, um funcionário do comitê de Paz e Desenvolvimento de Kyauktada confirmou a realização da reunião no dia 5 de janeiro, mas se recusou a entrar em detalhes.
Contudo, segundo o pastor, as autoridades intimaram mais de cem igrejas, a maioria localizada no centro de Rangoon, e informaram-nas sobre a nova ordem.
"Recebemos a intimação no domingo", disse o pastor. "Agora, não sabemos o que fazer com nossos cultos dominicais."
O regime militar de Mianmar, há muito tempo, parou de emitir licenças a organizações religiosas e igrejas, forçando várias congregações de Rangoon a realizar seus cultos em apartamentos, que são alugados ou comprados nos nomes de proprietários particulares.
Segundo os líderes cristãos, há cerca de cem igrejas operando em apartamentos no centro de Rangoon.
Um jovem cristão da cidade, em um e-mail, afirmou que a ordem praticamente impediu os cristãos de cultuar, pelo fato de a maior parte deles se reunir em residências.
"A ordem abrange 80% das igrejas de Rangoon. Apenas algumas têm seu próprio terreno. A maior parte aluga prédios, casas e escritório alugados”, explicou o jovem.
"Precisamos de suas orações pela comunidade cristã em Mianmar", acrescentou ele.
Enquanto a perseguição religiosa e a proibição de ritos religiosos são comuns em Mianmar, essa nova ordem, segundo outro pastor, é especificamente para impedir os cristãos de se reunirem regularmente.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
URGENTE LEIA E PASSE ADIANTE IMPORTANTE:
caso conheça alguém com esta doença entre em contato. passe adiante é sério.
UTILIDADE PUBLICA
Parto foi através de cesariana,
pois até a data prevista (31/3)
não houve sinais, então optamos pela
cirurgia.
Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar.
Nasceu com 48 cm e pesou 3,430kg.
Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito
e
nenhuma doença.
Sentou com cinco meses, andou com 11meses, disse as primeiras
palavras com 7 meses e antes disso já
emitia sons naturais de um bebê.
Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro
acordou
assustado como estivesse se engasgando.
Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico.
Este
viu uma crise, suspeitou de
refluxo-gastresofágico e solicitou alguns exames.
Nesta época, estas crises aconteciam mais ou
menos 10 vezes ao
dia
e duravam aproximadamente15 segundos.
Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico,
procuramos um neurologista infantil que disse tratar-se de
crises
convulsivas.
Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal.
Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e
considerou-o
logicamente perfeito. Nesse período, as crises aumentavam em
quantidade e intensidade.
Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira
vez
com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos.
Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas.
Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal.
O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito
cérebro.
Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal,
porém
mostrava-se mais sonolento. As
crises continuavam; eram crises mistas.
Em outubro de 90, percebemos
que ele estava sorrindo menos,
chorando menos e que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto
parecia paralisado.
Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo.
Os
médicos chamaram de seqüelas.
Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética d e crânio,
um
exame de Fundo de Olho e alguns exames para detectar erros
inatos
do metabolismo.
Todos os exames foram normais.
Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e
falava
menos.
Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia. No
decorrer
de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários
anticonvulsivantes foram testados.
Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório. E esteve
internado mais duas vezes para controlar
crises mais freqüentes.
Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do
hospital sem andar, sentar ou falar. Em
fevereiro,
novamente foi internado com crises muito fortes,
ficou
20 dias no Hospital.
As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min.
Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de
Metabolismo, porém nada foi encontrado... A habilidade motora
dele
ficou
debilitada. Quando teve alta, não segurava a cabeça, não
sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não
fixar
o olhar em nada.
O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito
carinho
Pedro foi conseguindo alguns
pequenos progressos.
Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada
acontecia.
Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se
somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite,
com
duração de cerca de 1 min.
No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem
apresentar
crises.
Nestes últimos anos, repetiu alguns
exames, porém nada de novo
foi
encontrado. Teve complicações pulmonares e tomou muito
antibiótico.
Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e
ganhou maior firmeza no tronco.
Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não
manifestando desejo de pegá-los. Seu rosto
ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.
Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se
apresentou tal e qual a anterior, segundo o
médico que assinou o laudo.
O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro
em um cérebro um pouco menos denso
do que uma criança de 7 anos.
Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem
melhor que o anterior, com crises mais
localizadas.
Fizemos também, um estudo de Cariótipo pai, mãe e filho)
com a
Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi
encontrado.
Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que
fizéssemos
um estudo de DNA.
Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e
cromatografia de açúcares na urina. Atualmente, Pedro mantém
cerca
de 4 crises convulsivas durante o sono, principalmente a partir
das
horas da madrugada.
Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a
esquerda e chora. Duram cerca de 45 segundos. Sua atenção
continua
fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta
espontaneamente.
Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não
fica
em pé, não fala, não sorri ou chora.
De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante
preocupante. Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal.
Pedro, atualmente, está com 15 anos.
Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o
que
acontece com Pedro, e, também nunca encontramos alguém com
problema semelhante para trocar experiências.
Se você
puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma
criança
com o mesmo problema, por favor, nos
escreva.
Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o
destino
certo.
Muito Obrigado,
Liane e Manoel.
Nosso endereço:
Rua Conselheiro Brotero, 1559 apto 134 CEP 01232-011
São
Paulo - SP -
BRASIL
Fone: (11) 3662.4826
PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um
ato de solidariedade.
Peço a todas as pessoas as quais enviamos esta mensagem que, por
favor, tentem se conscientizar da
necessidade que
nós, seres humanos, temos de receber a ajuda um do outro.
Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde
aquela que você escreve todos os dias, até a
pessoa que você não escreve há muito tempo.....
Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família.
'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosa
UTILIDADE PUBLICA
Parto foi através de cesariana,
pois até a data prevista (31/3)
não houve sinais, então optamos pela
cirurgia.
Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar.
Nasceu com 48 cm e pesou 3,430kg.
Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito
e
nenhuma doença.
Sentou com cinco meses, andou com 11meses, disse as primeiras
palavras com 7 meses e antes disso já
emitia sons naturais de um bebê.
Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro
acordou
assustado como estivesse se engasgando.
Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico.
Este
viu uma crise, suspeitou de
refluxo-gastresofágico e solicitou alguns exames.
Nesta época, estas crises aconteciam mais ou
menos 10 vezes ao
dia
e duravam aproximadamente15 segundos.
Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico,
procuramos um neurologista infantil que disse tratar-se de
crises
convulsivas.
Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal.
Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e
considerou-o
logicamente perfeito. Nesse período, as crises aumentavam em
quantidade e intensidade.
Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira
vez
com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos.
Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas.
Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal.
O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito
cérebro.
Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal,
porém
mostrava-se mais sonolento. As
crises continuavam; eram crises mistas.
Em outubro de 90, percebemos
que ele estava sorrindo menos,
chorando menos e que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto
parecia paralisado.
Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo.
Os
médicos chamaram de seqüelas.
Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética d e crânio,
um
exame de Fundo de Olho e alguns exames para detectar erros
inatos
do metabolismo.
Todos os exames foram normais.
Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e
falava
menos.
Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia. No
decorrer
de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários
anticonvulsivantes foram testados.
Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório. E esteve
internado mais duas vezes para controlar
crises mais freqüentes.
Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do
hospital sem andar, sentar ou falar. Em
fevereiro,
novamente foi internado com crises muito fortes,
ficou
20 dias no Hospital.
As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min.
Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de
Metabolismo, porém nada foi encontrado... A habilidade motora
dele
ficou
debilitada. Quando teve alta, não segurava a cabeça, não
sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não
fixar
o olhar em nada.
O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito
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Pedro foi conseguindo alguns
pequenos progressos.
Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada
acontecia.
Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se
somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite,
com
duração de cerca de 1 min.
No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem
apresentar
crises.
Nestes últimos anos, repetiu alguns
exames, porém nada de novo
foi
encontrado. Teve complicações pulmonares e tomou muito
antibiótico.
Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e
ganhou maior firmeza no tronco.
Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não
manifestando desejo de pegá-los. Seu rosto
ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.
Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se
apresentou tal e qual a anterior, segundo o
médico que assinou o laudo.
O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro
em um cérebro um pouco menos denso
do que uma criança de 7 anos.
Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem
melhor que o anterior, com crises mais
localizadas.
Fizemos também, um estudo de Cariótipo pai, mãe e filho)
com a
Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi
encontrado.
Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que
fizéssemos
um estudo de DNA.
Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e
cromatografia de açúcares na urina. Atualmente, Pedro mantém
cerca
de 4 crises convulsivas durante o sono, principalmente a partir
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horas da madrugada.
Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a
esquerda e chora. Duram cerca de 45 segundos. Sua atenção
continua
fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta
espontaneamente.
Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não
fica
em pé, não fala, não sorri ou chora.
De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante
preocupante. Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal.
Pedro, atualmente, está com 15 anos.
Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o
que
acontece com Pedro, e, também nunca encontramos alguém com
problema semelhante para trocar experiências.
Se você
puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma
criança
com o mesmo problema, por favor, nos
escreva.
Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o
destino
certo.
Muito Obrigado,
Liane e Manoel.
Nosso endereço:
Rua Conselheiro Brotero, 1559 apto 134 CEP 01232-011
São
Paulo - SP -
BRASIL
Fone: (11) 3662.4826
PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um
ato de solidariedade.
Peço a todas as pessoas as quais enviamos esta mensagem que, por
favor, tentem se conscientizar da
necessidade que
nós, seres humanos, temos de receber a ajuda um do outro.
Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde
aquela que você escreve todos os dias, até a
pessoa que você não escreve há muito tempo.....
Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família.
'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosa
sábado, 25 de outubro de 2008
PAIS CRISTÃOS PERDEM A GUARDA DE SEUS FILHOS:
PAQUISTÃO - O juiz Main Naeem Sardar decidiu no último dia 12 de julho que as filhas de um casal cristão, Saba Masih, 13 anos, e Aneela Masih, 10 anos, se converteram ao islamismo e portanto se tornaram muçulmanas, e por isso invalidou o direito legal de tutela dos pais.
"O juiz disse que porque os pais são cristãos e as meninas disseram ao tribunal que adotaram o islã, a relação com elas havia terminado", disse o advogado Rashid Rehman, da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão ao Compass.
Sob a interpretação da lei islâmica, um cristão não pode ter a custódia de um muçulmano.
Os pais das meninas vão recorrer da decisão. Segundo eles, elas foram seqüestradas e uma delas forçada a se casar ( relembre o caso) .
As irmãs apareceram na audiência que ocorreu no distrito de Muzaffargarh na companhia de 16 homens muçulmanos e foram ouvidas em apenas cinco minutos. Ali elas disseram que a conversão delas era genuína, de acordo com o ativista de direitos humanos Ashfaq Fateh.
Foi a primeira vez que Younis Masih e a esposa dele viram as filhas desde que elas desapareceram no dia 26 de junho, quando viajavam para a casa do tio em Sarwar Shaheed.
Saba Masih contou ao tribunal que ela e a irmã mais nova, inspiradas pelo islã, foram ao encontro de Muhammed Arif Bajwa, o homem que os pais delas alegam tê-las seqüestrado.
Menor de idade
Declarando a idade dela como 17, Saba Masih disse que havia mudado o nome para Fatma Bibi, um nome muçulmano tradicional, e que havia se casado um homem muçulmano, Amjad Ali. Os pais sustentam que ela tem 13 anos. Pela lei paquistanesa, uma mulher pode se casar sem a aprovação dos guardiães legais aos 16 anos.
“O juiz não me deu nem sequer um minuto para falar com minhas filhas", disse Younis Masih ao ativista Ashfaq Fateh. "Minhas meninas estiveram com esses homens nos últimos 20 dias; eles as pressionaram a mudar as mentes delas", afirmou.
Os pais das meninas não puderam testemunhar nem submeter as certidões de nascimento e os registros de escola delas como evidência das verdadeiras idades de Saba e Aneela.
“É possível determinar qual é a idade dela?" disse o advogado Rehman que levou o caso ao Tribunal de Lahore. As meninas e o marido de Saba Masih foram convocadas para uma audiência marcada inicialmente para o dia 29 de julho.
Rehman acredita que a única saída para reverter o caso é que o tribunal leve em conta o fato de que as meninas são menores de idade e por isso pertencem legalmente à mãe delas.
Depois que as duas filhas desaparecerem, no mês passado, Younis Masih foi chamado à delegacia de polícia local no dia 28 de junho.
Muhammad Arif Bajwa, o suposto seqüestrador, registrou uma queixa na polícia pela custódia das filhas de Masih, fundamentada na suposta conversão delas ao islamismo. O oficial Imtiaz Chagwani recusou o pedido do pai das meninas de registrar o caso como seqüestro.
Policial se recusa a registrar queixa
O investigador Chaudry Tajeen disse que ele não podia comentar oficialmente por que Chagwani se recusou a registrar a queixa de Younis Masih quando o Compass entrou em contato com ele.
Ele apenas confirmou que o oficial Imtiaz Chagwani foi substituído por Munawar Gulzar, mas não foi localizado quando o Compass ligou novamente para obter mais detalhes.
Younis Masih teme que os novos guardiães legais das filhas dele tenham abusado delas sexualmente e que estejam ligados a uma rede de prostituição.
O advogado Rashid Rehman, da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, disse, entretanto, que não há nenhuma evidência para provar essas reivindicações, e que as suspeitas do pai são legítimas.
“O contrato de matrimônio com a menina pode significar que eles querem obter o controle sobre ela com a intenção de prostituição ou qualquer outra coisa", disse o advogado.
Que não fiquemos só a olhar ao nosso redor e sim aqueles que estão longe, distantes, em outros países. Que nossas orações sejam para o fortalecimento da igreja, e principalmente aqueles que estão sendo perseguidos. Aqueles que estão doentes ou com dificuldades.
Agradeço pelas suas orações e pela sua atenção. fAÇA SEU PEDIDO DE ORAÇÃO PELA PAGINA DO BLOG PEDIDOS DE ORAÇÃO: É SÓ CLICAR EM CLIQUE AQUI OU EM COMENTÁRIOS.
NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR SEU EMAIL OU UM TELEFONE OU END. DE CONTATO.
Pode fazer seu pedido de oração pelos emails:
familiadahmer@bol.com.br
familiadahmer@hotmail.com
familiadahmer@gmail.com
"O juiz disse que porque os pais são cristãos e as meninas disseram ao tribunal que adotaram o islã, a relação com elas havia terminado", disse o advogado Rashid Rehman, da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão ao Compass.
Sob a interpretação da lei islâmica, um cristão não pode ter a custódia de um muçulmano.
Os pais das meninas vão recorrer da decisão. Segundo eles, elas foram seqüestradas e uma delas forçada a se casar ( relembre o caso) .
As irmãs apareceram na audiência que ocorreu no distrito de Muzaffargarh na companhia de 16 homens muçulmanos e foram ouvidas em apenas cinco minutos. Ali elas disseram que a conversão delas era genuína, de acordo com o ativista de direitos humanos Ashfaq Fateh.
Foi a primeira vez que Younis Masih e a esposa dele viram as filhas desde que elas desapareceram no dia 26 de junho, quando viajavam para a casa do tio em Sarwar Shaheed.
Saba Masih contou ao tribunal que ela e a irmã mais nova, inspiradas pelo islã, foram ao encontro de Muhammed Arif Bajwa, o homem que os pais delas alegam tê-las seqüestrado.
Menor de idade
Declarando a idade dela como 17, Saba Masih disse que havia mudado o nome para Fatma Bibi, um nome muçulmano tradicional, e que havia se casado um homem muçulmano, Amjad Ali. Os pais sustentam que ela tem 13 anos. Pela lei paquistanesa, uma mulher pode se casar sem a aprovação dos guardiães legais aos 16 anos.
“O juiz não me deu nem sequer um minuto para falar com minhas filhas", disse Younis Masih ao ativista Ashfaq Fateh. "Minhas meninas estiveram com esses homens nos últimos 20 dias; eles as pressionaram a mudar as mentes delas", afirmou.
Os pais das meninas não puderam testemunhar nem submeter as certidões de nascimento e os registros de escola delas como evidência das verdadeiras idades de Saba e Aneela.
“É possível determinar qual é a idade dela?" disse o advogado Rehman que levou o caso ao Tribunal de Lahore. As meninas e o marido de Saba Masih foram convocadas para uma audiência marcada inicialmente para o dia 29 de julho.
Rehman acredita que a única saída para reverter o caso é que o tribunal leve em conta o fato de que as meninas são menores de idade e por isso pertencem legalmente à mãe delas.
Depois que as duas filhas desaparecerem, no mês passado, Younis Masih foi chamado à delegacia de polícia local no dia 28 de junho.
Muhammad Arif Bajwa, o suposto seqüestrador, registrou uma queixa na polícia pela custódia das filhas de Masih, fundamentada na suposta conversão delas ao islamismo. O oficial Imtiaz Chagwani recusou o pedido do pai das meninas de registrar o caso como seqüestro.
Policial se recusa a registrar queixa
O investigador Chaudry Tajeen disse que ele não podia comentar oficialmente por que Chagwani se recusou a registrar a queixa de Younis Masih quando o Compass entrou em contato com ele.
Ele apenas confirmou que o oficial Imtiaz Chagwani foi substituído por Munawar Gulzar, mas não foi localizado quando o Compass ligou novamente para obter mais detalhes.
Younis Masih teme que os novos guardiães legais das filhas dele tenham abusado delas sexualmente e que estejam ligados a uma rede de prostituição.
O advogado Rashid Rehman, da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, disse, entretanto, que não há nenhuma evidência para provar essas reivindicações, e que as suspeitas do pai são legítimas.
“O contrato de matrimônio com a menina pode significar que eles querem obter o controle sobre ela com a intenção de prostituição ou qualquer outra coisa", disse o advogado.
Que não fiquemos só a olhar ao nosso redor e sim aqueles que estão longe, distantes, em outros países. Que nossas orações sejam para o fortalecimento da igreja, e principalmente aqueles que estão sendo perseguidos. Aqueles que estão doentes ou com dificuldades.
Agradeço pelas suas orações e pela sua atenção. fAÇA SEU PEDIDO DE ORAÇÃO PELA PAGINA DO BLOG PEDIDOS DE ORAÇÃO: É SÓ CLICAR EM CLIQUE AQUI OU EM COMENTÁRIOS.
NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR SEU EMAIL OU UM TELEFONE OU END. DE CONTATO.
Pode fazer seu pedido de oração pelos emails:
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familiadahmer@hotmail.com
familiadahmer@gmail.com
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
A IGREJA DO SENHOR JESUS PRECISA DE ORAÇÃO:
A igreja do Senhor Jesus precisa de oração que todos formemos uma corrente de oração para que o diabo não venha querer intervir na liberdade Cristã no nosso País, no Brasil. Leiam com atenção e passem adiante estás noticias, estás leis que poderão entrar em vigor se forem aprovadas.
Não deixem de ora.
'Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.'
- Marcos 13:9 e 13
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados.
Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE APROVADAS, impedirão a nossa ação à favor do Evangelho no Brasil:
* Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
* Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
* As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
* Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia
* Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de “jornalismo”
* Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus
* Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos
* Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial
* Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo “discriminação”, poderão ser multadas e os pastores processados
* Querem que o dia do “Orgulho Gay” seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.
1- Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do “imposto de renda” das pessoas jurídicas
2- Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das “pessoas físicas”
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
3-Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
4- Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
5-Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
6- Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados “criminosos” por pregarem sobre dízimos e ofertas..
7- Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
8- Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:
Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres. Estabelecer um dia oficial do “Orgulho Gay” em todas as cidades brasileiras, entre outros.
Não deixem de ora.
'Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.'
- Marcos 13:9 e 13
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados.
Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE APROVADAS, impedirão a nossa ação à favor do Evangelho no Brasil:
* Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
* Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
* As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
* Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia
* Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de “jornalismo”
* Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus
* Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos
* Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial
* Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo “discriminação”, poderão ser multadas e os pastores processados
* Querem que o dia do “Orgulho Gay” seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.
1- Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do “imposto de renda” das pessoas jurídicas
2- Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das “pessoas físicas”
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
3-Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
4- Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
5-Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
6- Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados “criminosos” por pregarem sobre dízimos e ofertas..
7- Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
8- Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:
Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres. Estabelecer um dia oficial do “Orgulho Gay” em todas as cidades brasileiras, entre outros.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
RELATÓRIO SOBRE LIBERDADE RELIGIOSA:
Departamento de Estado publica relatório sobre liberdade religiosa
INTERNACIONAL - Em 19 de setembro, o Departamento de Estado americano lançou o Relatório de Liberdade Religiosa Internacional 2008. A edição cobriu 198 países e territórios.
Segundo John V. Hanford III, embaixador pela liberdade religiosa, a Coréia do Norte continua a ser o maior violador. O culto a Kim Jong-il e ao seu falecido pai ainda é uma importante base do regime, uma vez que esse culto chega a ser uma espécie de religião do Estado.
Alguns estrangeiros que visitaram o país contaram que os cultos prestados nas igrejas cristãs do governo pareciam encenações. Os sermões eram impregnados de conteúdo político que apoiava o regime. Os norte-coreanos que atendiam aos cultos chegavam e iam embora juntos, em ônibus de turismo.
Segundo o embaixador John Hanford, pode-se dizer que a Coréia do Norte é um lugar onde simplesmente não existe liberdade religiosa. É muito difícil obter informação sobre o país. A maioria vem de fugitivos.
Estima-se que 150 mil a 200 mil pessoas estejam presas em campos de concentração em áreas remotas. Esses são lugares cruéis e refugiados que ficaram ali relataram que as pessoas presas por motivos religiosos são tratadas pior do que os outros detentos.
Eritréia, Índia, Mianmar e Vietnã
Durante o período coberto pelo relatório, o governo da Eritréia continua a ter um péssimo registro de abusos à liberdade: prisões, torturas e até o assassinato de alguns cidadãos que simplesmente realizavam cultos fora de uma das quatro entidades religiosas aprovadas pelo governo.
Na Índia, foi observado o aumento da violência contra os cristãos no Estado de Orissa, onde fatores religiosos combinaram-se a descontentamentos sociais, econômicos e étnicos. Essa combinação gerou intranqüilidade, a despeito dos esforços do governo central para manter a harmonia da comunidade.
A violência anticristã alastrou-se ao Estado de Karnataka na semana passada, e um pouco dela parece ter motivações políticas, uma vez que parte dos ataques foi realizado pela polícia.
Em setembro de 2007, o regime militar de Mianmar suprimiu com violência alguns protestos pacíficos realizados por monges budistas e cidadãos comuns. Em resposta, forças de segurança invadiram monastérios budistas e, em alguns casos, destruíram-nos.
Segundo o relatório, o Vietnã caminha positivamente. Ele está se movendo mais lentamente do que o esperado, particularmente no que diz respeito ao registro de lugares de culto. Mas, para o embaixador, o governo tem tomado decisões que dão mais espaço para seguidores de quase todos os grupos religiosos praticarem sua fé.
Mundo muçulmano
O governo do Irã continua a oprimir grupos islâmicos não-xiitas, cristãos e judeus. Um foco especial é dado a dois convertidos muçulmanos que foram acusados oficialmente de apostasia.
No Egito decretou-se que a liberdade de conversão é destinada apenas aos que não são muçulmanos. Mais uma vez, o governo foi incapaz de reparar leis e práticas que discriminam a minoria cristã, ao proibir a construção e reforma em propriedades das igrejas.
As autoridades também prenderam muçulmanos convertidos ao cristianismo e defensores da liberdade religiosa, intimidando-os a fim de que não mais protestassem após sua libertação.
Constataram-se problemas também na Argélia e na Jordânia, que tradicionalmente se mostravam respeitosas às minorias religiosas.
Da Argélia vieram afirmações de que o governo tem restringido o culto cristão, prendendo, sentenciando convertidos ao cristianismo e fechando igrejas.
Na Jordânia, um tribunal da sharia condenou um ex-muçulmano por apostasia, anulou seu casamento e deixou-o sem identidade religiosa.
O governo jordaniano também tem perturbado pessoas e indivíduos com base na filiação religiosa deles.
John Hanford notou algumas melhorias na Arábia Saudita, como a libertação de alguns prisioneiros.
Para ele, o número de problemas relacionados à polícia religiosa, o mutaween, diminuiu. Os ataques que costumavam ser realizados – inclusive a lugares de culto não-muçulmanos – estão ocorrendo de forma menos freqüente.
Ásia Central
Na Ásia Central, o Cazaquistão, o Quiguistão e o Tadjiquistão têm tido mudanças problemáticas para mudar suas leis religiosas, o que pode trazer restrições significativas.
No Uzbequistão, as leis que exigem o registro de lugares de culto resultaram na prisão de pessoas que praticavam pacificamente sua religião.
Também é preocupante o número de cidadãos muçulmanos suspeitos de atividades extremistas. O Uzbequistão possui, de fato, elementos terroristas em seu meio.
INTERNACIONAL - Em 19 de setembro, o Departamento de Estado americano lançou o Relatório de Liberdade Religiosa Internacional 2008. A edição cobriu 198 países e territórios.
Segundo John V. Hanford III, embaixador pela liberdade religiosa, a Coréia do Norte continua a ser o maior violador. O culto a Kim Jong-il e ao seu falecido pai ainda é uma importante base do regime, uma vez que esse culto chega a ser uma espécie de religião do Estado.
Alguns estrangeiros que visitaram o país contaram que os cultos prestados nas igrejas cristãs do governo pareciam encenações. Os sermões eram impregnados de conteúdo político que apoiava o regime. Os norte-coreanos que atendiam aos cultos chegavam e iam embora juntos, em ônibus de turismo.
Segundo o embaixador John Hanford, pode-se dizer que a Coréia do Norte é um lugar onde simplesmente não existe liberdade religiosa. É muito difícil obter informação sobre o país. A maioria vem de fugitivos.
Estima-se que 150 mil a 200 mil pessoas estejam presas em campos de concentração em áreas remotas. Esses são lugares cruéis e refugiados que ficaram ali relataram que as pessoas presas por motivos religiosos são tratadas pior do que os outros detentos.
Eritréia, Índia, Mianmar e Vietnã
Durante o período coberto pelo relatório, o governo da Eritréia continua a ter um péssimo registro de abusos à liberdade: prisões, torturas e até o assassinato de alguns cidadãos que simplesmente realizavam cultos fora de uma das quatro entidades religiosas aprovadas pelo governo.
Na Índia, foi observado o aumento da violência contra os cristãos no Estado de Orissa, onde fatores religiosos combinaram-se a descontentamentos sociais, econômicos e étnicos. Essa combinação gerou intranqüilidade, a despeito dos esforços do governo central para manter a harmonia da comunidade.
A violência anticristã alastrou-se ao Estado de Karnataka na semana passada, e um pouco dela parece ter motivações políticas, uma vez que parte dos ataques foi realizado pela polícia.
Em setembro de 2007, o regime militar de Mianmar suprimiu com violência alguns protestos pacíficos realizados por monges budistas e cidadãos comuns. Em resposta, forças de segurança invadiram monastérios budistas e, em alguns casos, destruíram-nos.
Segundo o relatório, o Vietnã caminha positivamente. Ele está se movendo mais lentamente do que o esperado, particularmente no que diz respeito ao registro de lugares de culto. Mas, para o embaixador, o governo tem tomado decisões que dão mais espaço para seguidores de quase todos os grupos religiosos praticarem sua fé.
Mundo muçulmano
O governo do Irã continua a oprimir grupos islâmicos não-xiitas, cristãos e judeus. Um foco especial é dado a dois convertidos muçulmanos que foram acusados oficialmente de apostasia.
No Egito decretou-se que a liberdade de conversão é destinada apenas aos que não são muçulmanos. Mais uma vez, o governo foi incapaz de reparar leis e práticas que discriminam a minoria cristã, ao proibir a construção e reforma em propriedades das igrejas.
As autoridades também prenderam muçulmanos convertidos ao cristianismo e defensores da liberdade religiosa, intimidando-os a fim de que não mais protestassem após sua libertação.
Constataram-se problemas também na Argélia e na Jordânia, que tradicionalmente se mostravam respeitosas às minorias religiosas.
Da Argélia vieram afirmações de que o governo tem restringido o culto cristão, prendendo, sentenciando convertidos ao cristianismo e fechando igrejas.
Na Jordânia, um tribunal da sharia condenou um ex-muçulmano por apostasia, anulou seu casamento e deixou-o sem identidade religiosa.
O governo jordaniano também tem perturbado pessoas e indivíduos com base na filiação religiosa deles.
John Hanford notou algumas melhorias na Arábia Saudita, como a libertação de alguns prisioneiros.
Para ele, o número de problemas relacionados à polícia religiosa, o mutaween, diminuiu. Os ataques que costumavam ser realizados – inclusive a lugares de culto não-muçulmanos – estão ocorrendo de forma menos freqüente.
Ásia Central
Na Ásia Central, o Cazaquistão, o Quiguistão e o Tadjiquistão têm tido mudanças problemáticas para mudar suas leis religiosas, o que pode trazer restrições significativas.
No Uzbequistão, as leis que exigem o registro de lugares de culto resultaram na prisão de pessoas que praticavam pacificamente sua religião.
Também é preocupante o número de cidadãos muçulmanos suspeitos de atividades extremistas. O Uzbequistão possui, de fato, elementos terroristas em seu meio.
A IGREJA PERSEGUIDA NA ÍNDIA:

A Igreja Perseguida na Índia
30ª posição na Classificação de países por perseguição
A Igreja A perseguição Motivos de oração
A Índia é o sétimo país do mundo em extensão, apresentando uma área correspondente a um terço do Brasil. Localizada na região centro-sul do continente asiático, é delimitada ao norte pelo Himalaia, a cadeia de montanhas mais alta do mundo, e faz fronteira com Paquistão, China, Nepal, Butão, Bangladesh e Mianmar. A vasta planície central é caracterizada pela presença de três rios: Ganges, Indo e Brahmaputra. O Planalto do Decã ocupa uma grande região no extremo sul do país.
A Índia abriga a segunda maior população do globo: um bilhão de habitantes. Por volta de 2050, é provável que a Índia ultrapasse a China e se torne a nação mais populosa do planeta, com quase 1,6 bilhão de pessoas. Cerca de um terço dos indianos têm menos de 15 anos.
Muitos indianos vivem em grandes aglomerados urbanos, sendo Mumbai (ex-Bombaim) o maior deles, com mais de 15 milhões de habitantes. Há, no entanto, outras dez cidades com populações superiores a um milhão. Nova Déli, com mais de 10 milhões de pessoas, é a capital do país.
Uma invasão ariana, ocorrida entre 1500 e 1200 a.C., foi responsável pelo início da urbanização. O budismo surge no país no século VI a.C., e o primeiro império hindu instalou-se no norte por volta de 321 a.C.. A invasão árabe ocorreu no século VII da era cristã, e os muçulmanos permaneceram no poder até as companhias de comércio surgirem em cena. A mais notável delas foi a Companhia Inglesa das Índias Orientais, que tomou o poder e dominou os muçulmanos, controlando a Índia a partir da metade do século XVIII. Após a I Guerra Mundial, a influência do Reino Unido diminuiu. Em parte, isto ocorreu devido à influência de Gandhi. A total independência do colonialismo britânico foi obtida em 1947, mas como não havia união entre hindus e muçulmanos, a região foi dividida em dois países: uma Índia dominada pelo hinduísmo e um Paquistão muçulmano. As péssimas relações e disputas territoriais entre os dois países resultaram em duas guerras entre eles, além de um conflito com a China.
A economia indiana exerce um impacto sobre todo o mundo. A agricultura e a indústria são muito importantes: diamantes, jóias e roupas são importantes produtos de exportação. Apesar disso, a renda per capita média é de apenas US$ 440, ou seja, quase oito vezes menor que a renda per capita brasileira. Aproximadamente 600 milhões de pessoas vivem em uma situação de extrema pobreza. Com uma população tão jovem, o governo tem sérias dificuldades para fornecer educação, saúde e alimentação adequadas ao povo. Problemas como analfabetismo, proliferação de doenças e mortalidade infantil abundam no país.
A variada economia indiana abrange a agricultura tradicional e moderna, artesanato, uma ampla diversidade de indústrias modernas e inúmeros serviços. Os serviços são a fonte principal do crescimento econômico, responsável por mais de metade da produtividade do país, mas usando menos de um terço da sua força de trabalho. A agricultura é que consome a maior porcentagem dos trabalhadores, cerca de 60%. O crescimento da economia nos últimos dez anos fez a pobreza retroceder.
A Índia sempre foi uma nação extremamente religiosa e milhares de deuses são adorados em todo o país. O hinduísmo representa a maior parte da população do país, seguido pelos muçulmanos e cristãos.
A Igrejavoltar ao topo
O cristianismo na Índia está no país desde o ano 52. Segundo a tradição, Tomás, um dos discípulos de Cristo, havia ido à Índia durante essa época e estabeleceu sete igrejas na região conhecida agora como Kerala, e outras em Madras. Ele foi martirizado e sua sepultura ainda está em São Tomé de Meliapor.
Há quatro correntes do cristianismo na Índia: ortodoxa, católica romana, protestante e grupos indígenas. Os cristãos formam 2,33% da população, dos quais mais da metade é católica. O restante está dividido em diferentes denominações.
O nominalismo é o maior problema enfrentado pela igreja, em grande parte devido à falta de treinamento e discipulado. Um dos melhores métodos de evangelização são as redes de rádio cristãs, que alcançam milhares de pessoas com a Palavra de Deus. Organizações e trabalhadores locais também têm sido muito bem-sucedidos. A Associação de Missões da Índia (India Missions Association) coordena cerca de 50 agências evangélicas que atuam no país.
A Perseguiçãovoltar ao topo
A tensão entre hindus, sikhs, muçulmanos e cristãos permanece alta. Há muitos relatos de ataques a igrejas, raptos, detenções, e intimidação feitos por extremistas hindus. Essas ações são particularmente dirigidas aos líderes das igrejas. Oito Estados têm leis anti-conversão, que impedem a conversão de hindus ao cristianismo. Mesmo assim, muitos dalits pobres têm se convertido.
Os dalits formam a casta mais baixa da sociedade hindu. Eles são conhecidos comumente como "intocáveis", pois sua posição os torna indignos de serem tocados por outras pessoas de castas mais altas.
Empregos e empréstimos governamentais são negados àqueles que se convertem ao cristianismo, e o monitoramento dos cristãos tem aumentado. No entanto, alguns casos recentes de perseguição tornaram-se públicos e resultaram em uma atenção maior do governo em proteger os direitos e liberdades dos cristãos. Grande parte da perseguição é realizada pelas alas radicais dos hindus e dos muçulmanos, que têm oprimido, atacado e até assassinado membros da igreja.
Em abril de 2007, há poucas centenas de metros da casa do primeiro-ministro de Rajasthan, um grupo de extremistas atacou um missionário cristão diante de sua família e das câmeras de televisão. Antes de se dirigirem à casa do missionário, os extremistas pertencentes ao grupo fundamentalista hindu VHP, ligaram para um canal de televisão pedindo que sua ação fosse filmada. Depois que terminaram, foram embora sem ser perturbados.
Walter Massey, ex-obreiro da Índia Every Home Crusade, é dirigente de uma pequena congregação chamada Masihi Sanghti. Ele feriu-se gravemente, mas sobreviveu. De acordo com sua esposa e outras testemunhas, três jovens bateram à porta de sua casa em Nandpuri Bazar, dizendo que precisavam se encontrar com Walter. Quando abriu a porta, eles começaram a falar com o missionário, e em poucos segundos, cerca de 25 extremistas começaram a agredi-lo. Eles o golpearam violentamente com varas, barras de ferro, e saquearam a casa deixando a propriedade destruída.
Uma audiência indiana chocada assistiu às notícias que mostravam o pastor Walter sangrando por causa das agressões e sendo molestado pelos extremistas enquanto sua família aterrorizada assistia a tudo. Durante a agressão, o pastor Walter clamava pelo nome de Jesus. O pastor saiu de sua casa proclamando o amor de Jesus Cristo aos curiosos. Mais tarde ele falou à equipe de TV sobre o amor de Jesus Cristo e como os cristãos oram pela nação. Depois, foi levado ao hospital.
Inicialmente a polícia se recusou a registrar uma queixa, fazendo isso somente depois de ser pressionada pela Comunidade Cristã de Jaipur e outras organizações. A maioria dos agressores pode ser identifica por meio do vídeo exibido durante horas na televisão, mas na queixa que a polícia registrou, está declarado que o pastor Walter foi atacado por homens não identificados.
Rajasthan é um dos Estados mais nacionalistas da Índia. Lá, os cristãos somam 0,11% da população; os muçulmanos são 8% e os hindus são 89%. Muitos ataques têm ocorrido de forma muito violenta.
Motivos de Oraçãovoltar ao topo
1. A Igreja indiana possui uma longa história. Louve a Deus pelo impacto duradouro que as missões cristãs têm exercido no país. Ore para que a Igreja continue a fortalecer suas bases e sua atividade evangelística, desenvolvendo ainda mais sua capacidade de envio missionário.
2. O evangelho tem sido grandemente difundido na região sul. Louve a Deus por isso. Ore também para que mais missionários e evangelistas trabalhem no norte do país, onde existe uma oposição maior e menos trabalhos de divulgação da Palavra de Deus.
3. Missionários cristãos enfrentam ameaças e perseguições constantes no norte do país. Ore pela proteção deles e peça provisão divina para as muitas viúvas de mártires cristãos.
4. A Igreja tem sido marcada com o derramamento de sangue. Ore para que o martírio de cristãos seja um forte testemunho para os indianos. Os casos de martírios são amplamente divulgados em todo o país, o que tem levado muitos à fé cristã.
5. Muitos radicais hindus opõem-se violentamente ao cristianismo. Ore para que ocorra o abrandamento da oposição hindu e para que o cristianismo ganhe a simpatia de líderes hindus influentes.
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SAIBA MAIS SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA NA ÍNDIA:
Violência se espalha por mais cinco Estados, governo se manifesta
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia
ÍNDIA (30º) - Ao mesmo tempo, a violência anti-cristã se espalhou por pelo menos mais cinco Estados da Índia durante a semana passada.
Os cristãos e as igrejas foram alvejados em Karnataka, Kerala, Madhya Pradesh, Uttar Pradesh e Jharkhand, seguindo-se à violência em Orissa que se iniciou após o assassinato de um líder do Vishwa Hindu Parishad (Conselho Hindu Mundial), Laxmanananda Saraswati. Os maoístas reivindicaram a responsabilidade pelos assassinatos desse líder hindu.
No fim da semana passada, o governo central emitiu um alerta aos dois Estados, dizendo que a falha deles em evitar a violência poderia levar à imposição da lei de “Legislação do Presidente” – o que significaria dissolver o governo de Karnataka e colocá-lo diretamente sobre a direção federal.
A violência continua em Orissa
No dia 16 de setembro, cerca de 500 amotinadores mataram um policial e incendiaram uma delegacia no distrito de Kandhamal, em Orissa, onde extremistas hindus lançaram uma enxurrada de ataques há três semanas atrás, culpando os cristãos locais de matarem Saraswati e seus discípulos.
A agência Compass recebeu relatos de que, na sexta-feira (12 de setembro), extremistas hindus incendiaram uma igreja e um albergue para missionários em Mangapanga, Tumulibandh; três igrejas em Mundabali, Badipankha; e uma igreja em Baringia, Phulbani. Estima-se que 40 casas também foram destruídas no mesmo dia pelos hindus intolerantes.
Na tarde seguinte, um grande grupo de extremistas desceu a Kurtamgarh, incendiando diversas casas e outra igreja. Fontes disseram que os extremistas estavam alvejando o líder do vilarejo da área, um cristão cuja casa incendiaram.
De acordo com o Conselho Cristão para Toda a Índia (AICC), 14 distritos de Orissa testemunharam os ataques em Kandhamal como o epicentro da violência. O Conselho relatou que pelo menos 50 mil pessoas de 300 vilarejos foram afetados pela violência. Centenas de pessoas ainda estão escondidas em florestas. Quatro mil casas e 115 igrejas foram incendiadas ou destruídas.
Assassinato em Kandhamal
Pelo menos 20 mil pessoas encontram-se em 14 campos de refugiados estabelecidos pelo governo do Estado em Kandhamal. Sabe-se que dois idosos e duas crianças morreram em três destes campos.
O jornal The Statesman relatou que, enquanto dois homens doentes, Sua Naik, 75 anos, do vilarejo de Budrungia, e Kasipatra Naik, 66 anos, do vilarejo de Tatamaha, morreram no campo de refugiados de Raikia, duas crianças, uma do campo de Phulbani e outra do campo de G. Udayagiri, morreram durante a semana passada.
“Naik estava no campo de refugiados de G. Udayagiri por mais de 10 dias, mas tinha saído para seu vilarejo para ver a condição de sua casa e de suas aves”, relatou o The Statesman. “Sua família estava no campo de refugiados. Aparentemente, ele foi morto durante a visita a seu vilarejo.”
Ataques em Karnataka
Também foram relatados ataques em mais de dez regiões no Estado de Karnataka, ao sul, onde os extremistas hindus aumentaram a opressão após o ministro da Educação do Estado ter determinado que mais de 2 mil escolas permanecessem fechadas, em de agosto, para protestarem contra a violência cometida contra os cristãos em Orissa.
Os ataques foram sob o pretexto de que os cristãos estavam participando de conversões “forçadas” de hindus ao cristianismo.
De acordo com o Serviço de Notícias Indo-Asiático (IANS), a polícia prendeu cerca de 100 pessoas, quase todas cristãs, por organizarem alegados protestos violentos.
Violência em outros Estados
Em Uttar Pradesh, ao norte, no domingo (14 de setembro), extremistas do Bajrang Dal atacaram dois pastores no distrito de Kanpur, acusando-os de agredir os seus apoiadores, relatou o IANS.
Extremistas hindus em Madhya Pradesh incendiaram a igreja de Masihi Mandir, de 80 anos, na área de Chhawni, cidade de Indore, às 22h30 no sábado (13 de setembro), relatou a agência EFI.
No Estado de Kerala, ao sul, no domingo à noite (14 de setembro), extremistas hindus atacaram a Escola do Convento Jaya Mata, um jardim de infância cristão, relatou o Times of India.
Os extremistas hindus lançaram o ataque para protestar contra as conversões.
Em Jharkhand, ao oeste, no domingo (14 de setembro), aldeões hindus atacaram cristãos de uma congregação da Igreja dos Crentes e os pressionaram a se “reconverterem” ao hinduísmo, no vilarejo de Talatad (sob a responsabilidade da delegacia de Patratu), distrito de Hazaribagh, relatou a Christian Legal Association.
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia
ÍNDIA (30º) - Ao mesmo tempo, a violência anti-cristã se espalhou por pelo menos mais cinco Estados da Índia durante a semana passada.
Os cristãos e as igrejas foram alvejados em Karnataka, Kerala, Madhya Pradesh, Uttar Pradesh e Jharkhand, seguindo-se à violência em Orissa que se iniciou após o assassinato de um líder do Vishwa Hindu Parishad (Conselho Hindu Mundial), Laxmanananda Saraswati. Os maoístas reivindicaram a responsabilidade pelos assassinatos desse líder hindu.
No fim da semana passada, o governo central emitiu um alerta aos dois Estados, dizendo que a falha deles em evitar a violência poderia levar à imposição da lei de “Legislação do Presidente” – o que significaria dissolver o governo de Karnataka e colocá-lo diretamente sobre a direção federal.
A violência continua em Orissa
No dia 16 de setembro, cerca de 500 amotinadores mataram um policial e incendiaram uma delegacia no distrito de Kandhamal, em Orissa, onde extremistas hindus lançaram uma enxurrada de ataques há três semanas atrás, culpando os cristãos locais de matarem Saraswati e seus discípulos.
A agência Compass recebeu relatos de que, na sexta-feira (12 de setembro), extremistas hindus incendiaram uma igreja e um albergue para missionários em Mangapanga, Tumulibandh; três igrejas em Mundabali, Badipankha; e uma igreja em Baringia, Phulbani. Estima-se que 40 casas também foram destruídas no mesmo dia pelos hindus intolerantes.
Na tarde seguinte, um grande grupo de extremistas desceu a Kurtamgarh, incendiando diversas casas e outra igreja. Fontes disseram que os extremistas estavam alvejando o líder do vilarejo da área, um cristão cuja casa incendiaram.
De acordo com o Conselho Cristão para Toda a Índia (AICC), 14 distritos de Orissa testemunharam os ataques em Kandhamal como o epicentro da violência. O Conselho relatou que pelo menos 50 mil pessoas de 300 vilarejos foram afetados pela violência. Centenas de pessoas ainda estão escondidas em florestas. Quatro mil casas e 115 igrejas foram incendiadas ou destruídas.
Assassinato em Kandhamal
Pelo menos 20 mil pessoas encontram-se em 14 campos de refugiados estabelecidos pelo governo do Estado em Kandhamal. Sabe-se que dois idosos e duas crianças morreram em três destes campos.
O jornal The Statesman relatou que, enquanto dois homens doentes, Sua Naik, 75 anos, do vilarejo de Budrungia, e Kasipatra Naik, 66 anos, do vilarejo de Tatamaha, morreram no campo de refugiados de Raikia, duas crianças, uma do campo de Phulbani e outra do campo de G. Udayagiri, morreram durante a semana passada.
“Naik estava no campo de refugiados de G. Udayagiri por mais de 10 dias, mas tinha saído para seu vilarejo para ver a condição de sua casa e de suas aves”, relatou o The Statesman. “Sua família estava no campo de refugiados. Aparentemente, ele foi morto durante a visita a seu vilarejo.”
Ataques em Karnataka
Também foram relatados ataques em mais de dez regiões no Estado de Karnataka, ao sul, onde os extremistas hindus aumentaram a opressão após o ministro da Educação do Estado ter determinado que mais de 2 mil escolas permanecessem fechadas, em de agosto, para protestarem contra a violência cometida contra os cristãos em Orissa.
Os ataques foram sob o pretexto de que os cristãos estavam participando de conversões “forçadas” de hindus ao cristianismo.
De acordo com o Serviço de Notícias Indo-Asiático (IANS), a polícia prendeu cerca de 100 pessoas, quase todas cristãs, por organizarem alegados protestos violentos.
Violência em outros Estados
Em Uttar Pradesh, ao norte, no domingo (14 de setembro), extremistas do Bajrang Dal atacaram dois pastores no distrito de Kanpur, acusando-os de agredir os seus apoiadores, relatou o IANS.
Extremistas hindus em Madhya Pradesh incendiaram a igreja de Masihi Mandir, de 80 anos, na área de Chhawni, cidade de Indore, às 22h30 no sábado (13 de setembro), relatou a agência EFI.
No Estado de Kerala, ao sul, no domingo à noite (14 de setembro), extremistas hindus atacaram a Escola do Convento Jaya Mata, um jardim de infância cristão, relatou o Times of India.
Os extremistas hindus lançaram o ataque para protestar contra as conversões.
Em Jharkhand, ao oeste, no domingo (14 de setembro), aldeões hindus atacaram cristãos de uma congregação da Igreja dos Crentes e os pressionaram a se “reconverterem” ao hinduísmo, no vilarejo de Talatad (sob a responsabilidade da delegacia de Patratu), distrito de Hazaribagh, relatou a Christian Legal Association.
sábado, 9 de agosto de 2008
PLC 122/06 CRIA CASTA DE PRIVILEGIADOS NO BRASIL:
BRASIL (*) - "Os artigos do PLC 122/2006 não são prejudiciais apenas aos cristãos, mas também a todos os não homossexuais, a fim de transformá-los em uma casta da sociedade com privilégios nunca antes visto. Lembro por esse artigo que a nossa luta não é contra a lei, mas contra parte dela, ao dar aos homossexuais privilégios que nem o Presidente da República tem.
“Art. 4º-A; Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Então nenhum homossexual poderá ser mandado embora do serviço, porque ele pode alegar na justiça que foi despedido por discriminação e seu ex-patrão poder ir pra cadeia, mesmo que o indivíduo seja mandado embora por incompetência ele pode entrar na justiça alegando discriminação.
“Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Como pastor evangélico não gostaria que um imóvel meu fosse alugado para se transformar em um prostíbulo e acredito que não preciso me explicar a esse respeito, entretanto, se eu não alugar o imóvel a um homossexual, às vezes até sem saber que ele tinha essa postura sexual, eu e você também poderemos ser presos se ele alegar que foi preconceito. Eu posso ir pra cadeia sem ter feito nada porque a lei ainda diz que no caso de dúvida, o juiz deve favorecer o homossexual.
Art. 9º § 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil.
Que absurdo, não somos todos iguais perante a lei. A interpretação da lei deve beneficiar alguém, então a outra parte já sai perdendo, tirando as crianças que realmente devem ser favorecidas em uma interpretação da lei, mais ninguém deve ter tal benefício.
Sei que é necessário cuidar das pessoas. Nós, os evangélicos, somos ABSOLUTAMENTE CONTRA qualquer tipo de agressão física a qualquer pessoa e nisto se incluem os homossexuais. Não acreditamos que eles possam sofrer mais do que qualquer cidadão comum, somente por causa de sua opção sexual, mas também entendemos que eles não podem se tornar especiais por causa de sua opção sexual, eles devem ter e têm, os mesmos direitos que eu tenho, não mais direitos do que eu.
“Art. 4º-A; Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Então nenhum homossexual poderá ser mandado embora do serviço, porque ele pode alegar na justiça que foi despedido por discriminação e seu ex-patrão poder ir pra cadeia, mesmo que o indivíduo seja mandado embora por incompetência ele pode entrar na justiça alegando discriminação.
“Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade:
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Como pastor evangélico não gostaria que um imóvel meu fosse alugado para se transformar em um prostíbulo e acredito que não preciso me explicar a esse respeito, entretanto, se eu não alugar o imóvel a um homossexual, às vezes até sem saber que ele tinha essa postura sexual, eu e você também poderemos ser presos se ele alegar que foi preconceito. Eu posso ir pra cadeia sem ter feito nada porque a lei ainda diz que no caso de dúvida, o juiz deve favorecer o homossexual.
Art. 9º § 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil.
Que absurdo, não somos todos iguais perante a lei. A interpretação da lei deve beneficiar alguém, então a outra parte já sai perdendo, tirando as crianças que realmente devem ser favorecidas em uma interpretação da lei, mais ninguém deve ter tal benefício.
Sei que é necessário cuidar das pessoas. Nós, os evangélicos, somos ABSOLUTAMENTE CONTRA qualquer tipo de agressão física a qualquer pessoa e nisto se incluem os homossexuais. Não acreditamos que eles possam sofrer mais do que qualquer cidadão comum, somente por causa de sua opção sexual, mas também entendemos que eles não podem se tornar especiais por causa de sua opção sexual, eles devem ter e têm, os mesmos direitos que eu tenho, não mais direitos do que eu.
sábado, 19 de julho de 2008
CNBB ALERTA PARA OS PERIGOS DO PL 122/06 QUE TRAMITA NO CENADO:
CNBB alerta para os perigos do PL 122/06 que tramita no Senado
BRASIL (*) - A lei da homofobia (PL 122/2006), que tramita no Senado brasileiro, concederia privilégios ao homossexualismo, comenta o bispo de Dourados (Mato Grosso do Sul).
Segundo dom Redovino Rizzardo, a lei, destinada a proteger quem opta por atitudes e práticas homossexuais, "não é tão inofensiva como parece".
"Para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas, corre-se o perigo de violentar a quem pensa e age diferente", escreve o bispo, em artigo difundido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
De acordo com dom Redovino, se aprovado, "o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho".
Assim - comenta o prelado- , "um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por “ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.
A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.
Pelo que tudo indica -destaca o bispo de Dourados-, "a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual".
Preparem-se para ocupar uma cela em algum presídio do país
"Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país", afirma.
Segundo dom Redovino, "a lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, não é tão inofensiva como parece".
"Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por “danos morais”, ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei."
BRASIL (*) - A lei da homofobia (PL 122/2006), que tramita no Senado brasileiro, concederia privilégios ao homossexualismo, comenta o bispo de Dourados (Mato Grosso do Sul).
Segundo dom Redovino Rizzardo, a lei, destinada a proteger quem opta por atitudes e práticas homossexuais, "não é tão inofensiva como parece".
"Para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas, corre-se o perigo de violentar a quem pensa e age diferente", escreve o bispo, em artigo difundido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
De acordo com dom Redovino, se aprovado, "o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho".
Assim - comenta o prelado- , "um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por “ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.
A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.
Pelo que tudo indica -destaca o bispo de Dourados-, "a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual".
Preparem-se para ocupar uma cela em algum presídio do país
"Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país", afirma.
Segundo dom Redovino, "a lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, não é tão inofensiva como parece".
"Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por “danos morais”, ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei."
PL 122/06 PODE SER APROVADO RAPIDAMENTE:

PL 122/06 pode ser aprovado rapidamente
Protesto contra PL 122/06 movimenta o Congresso
Um grupo formado majoritariamente por evangélicos esteve no Congresso Nacional (25/06) para protestar contra o PLC 122/06, projeto de lei que criminaliza a homofobia, e que está para ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAS).
Segundo estimativa da Polícia Militar, cerca de mil pessoas protestou em frente ao Senado contra a aprovação do projeto, mas os manifestantes, apesar da ação pacífica e de estarem em um número maior do que o oficialmente divulgado, foram impedidos de entrar no Congresso Nacional, onde funcionam as duas Casas Legislativas: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.
Atenção à tramitação do projeto
Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.
Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.
Votação surpresa
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
domingo, 29 de junho de 2008
MAIS UM PASTOR BATISTA PRESO; FAMÍLIA DELE É AMEAÇADA
Mais um pastor batista preso; família dele é ameaçada
AZERBAIDJÃO - O pastor batista Hamid Shabanov, da aldeia remota de Aliabad, na região de Zakatala, foi preso três meses depois de o colega dele, Zaur Balaev, ter saído da prisão. Ele foi acusado de porte legal de arma. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles “supostamente” teriam encontrado com ele.
“Estamos em choque", disse ao Fórum 18 o líder da União Batista do Azerbeidjão, Ilya Zenchenko. "Foi uma provocação feita pela polícia em uma ação deliberadamente orquestrada.” A família dele e a congregação também estão sendo ameaçadas de prisão.
O irmão do pastor foi alertado pela polícia a parar com as atividades junto aos cristãos batistas. "O objetivo deles é a igreja." A família de Hamid Shabanov insiste que ele não tinha nenhuma arma e que a polícia plantou a arma que eles reivindicam ter achado em poder dele.
A polícia local negou as acusações. "Ele é um criminoso", disse um alto oficial de Zakatala a um membro da equipe do Forum 18, que ficou surpreso com a afirmação, uma vez que até na lei do Azerbaijão “todos os indivíduos são inocentes até que sejam considerados culpados em um tribunal”.
No passado, o pastor batista, Hamid Shabanov, havia relatado que seu filho e sua nora tentaram dar o nome Sansão a seu filho primogênito, mas as autoridades não permitiram.
Aumentam os casos de perseguição
Países ocidentais já expressaram no passado a preocupação com o aumento de relatos de perseguição política e religiosa no país, onde calcula-se que os cristãos sejam menos de 7% da população, que é predominantemente muçulmana, com cerca de oito milhões de pessoas.
Além de batistas e outros cristãs protestantes, testemunhas de Jeová também têm sido ameaçadas desde o iníco de junho. No incidente mais recente, ocorrido em 11 de junho, 15 oficiais invadiram uma reunião em uma residência privada em Lokbatan, capital de Baku.
Três pessoas foram detidas e teriam sido maltratadas antes de serem libertadas. Uma ação similiar contra outras testemunhas de Jeová que se reuniam em uma casa, no subúrbio de Baku, em Surakhani, também ocorreu no dia 3 de junho.
Nove homens que estavam presentes foram levados para a delegacia de polícia. O grupo apanhou. As mulheres foram ameaçadas de estupro e pressionadas a renunciar a fé delas.
Funcionários se recusaram a dar explicações para essas invasões que violam as próprias leis do país. "O número de invasões parece ter aumentado no último ano, tendo sido registradas incursões contra comunidades testemunhas de Jeová, batistas, adventistas do sétimo dia e outros protestantes", disse o Forum 18.
Outros grupos religiosos, incluindo até mesmo alguns muçulmanos, também têm sido alvos da polícia e de agentes do serviço secretos.
AZERBAIDJÃO - O pastor batista Hamid Shabanov, da aldeia remota de Aliabad, na região de Zakatala, foi preso três meses depois de o colega dele, Zaur Balaev, ter saído da prisão. Ele foi acusado de porte legal de arma. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles “supostamente” teriam encontrado com ele.
“Estamos em choque", disse ao Fórum 18 o líder da União Batista do Azerbeidjão, Ilya Zenchenko. "Foi uma provocação feita pela polícia em uma ação deliberadamente orquestrada.” A família dele e a congregação também estão sendo ameaçadas de prisão.
O irmão do pastor foi alertado pela polícia a parar com as atividades junto aos cristãos batistas. "O objetivo deles é a igreja." A família de Hamid Shabanov insiste que ele não tinha nenhuma arma e que a polícia plantou a arma que eles reivindicam ter achado em poder dele.
A polícia local negou as acusações. "Ele é um criminoso", disse um alto oficial de Zakatala a um membro da equipe do Forum 18, que ficou surpreso com a afirmação, uma vez que até na lei do Azerbaijão “todos os indivíduos são inocentes até que sejam considerados culpados em um tribunal”.
No passado, o pastor batista, Hamid Shabanov, havia relatado que seu filho e sua nora tentaram dar o nome Sansão a seu filho primogênito, mas as autoridades não permitiram.
Aumentam os casos de perseguição
Países ocidentais já expressaram no passado a preocupação com o aumento de relatos de perseguição política e religiosa no país, onde calcula-se que os cristãos sejam menos de 7% da população, que é predominantemente muçulmana, com cerca de oito milhões de pessoas.
Além de batistas e outros cristãs protestantes, testemunhas de Jeová também têm sido ameaçadas desde o iníco de junho. No incidente mais recente, ocorrido em 11 de junho, 15 oficiais invadiram uma reunião em uma residência privada em Lokbatan, capital de Baku.
Três pessoas foram detidas e teriam sido maltratadas antes de serem libertadas. Uma ação similiar contra outras testemunhas de Jeová que se reuniam em uma casa, no subúrbio de Baku, em Surakhani, também ocorreu no dia 3 de junho.
Nove homens que estavam presentes foram levados para a delegacia de polícia. O grupo apanhou. As mulheres foram ameaçadas de estupro e pressionadas a renunciar a fé delas.
Funcionários se recusaram a dar explicações para essas invasões que violam as próprias leis do país. "O número de invasões parece ter aumentado no último ano, tendo sido registradas incursões contra comunidades testemunhas de Jeová, batistas, adventistas do sétimo dia e outros protestantes", disse o Forum 18.
Outros grupos religiosos, incluindo até mesmo alguns muçulmanos, também têm sido alvos da polícia e de agentes do serviço secretos.
SOLDADO AMERICANO É AFASTADO POR EVANGELIZAR NO IRAQUE
Soldado americano é afastado por evangelizar no Iraque
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - A organização humanitária Liberdade Cristã Internacional (CFI, sigla em inglês), baseada em Michigan, informou que um marine foi afastado de seus deveres militares no Iraque na sexta-feira passada por distribuir "material cristão" a muçulmanos sunitas em Fallujah.
De acordo com a CFI, o material foi entregue a aproximadamente dez cidadãos de Fallujah ao passarem pelo posto de fiscalização militar que controla acesso à cidade. Seriam "moedas" que teriam impressas a seguinte inscrição em árabe "Onde você gastará eternidade?", de um lado, e as palavras de João 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não pereçam, mas tenha a vida eterna" no outro lado.
O incidente trouxe à luz a afronta entre residentes locais como também líderes sunitas que se encontraram com funcionários do governo dos EUA para exigir "o castigo mais severo possível" para todos os responsáveis pela distribuição da moeda com dizeres religiosos.
A CFI, cuja missão é prover ajuda humanitária e advocatícia para cristãos perseguidos em países como a China e Bangladesh, condenou as medidas disciplinares do Exército e afirmou que os Estados Unidos têm a obrigação de defender o direito pessoal do soldado de compartilhar a fé dele sem medo de perseguição.
Em junho, o presidente da CFI, Jim Jacobson, enviou a quarta carta ao ministro da Defesa, Robert M. Gates, argumentando que "o incidente em Fallujah não envolveu molestamento ou coerção de qualquer tipo por parte do soldado, nem desrespeito ao islã como religião ou qualquer tipo de dano a quem recebeu as moedas".
Cresce o sentimento anticristão
"A controvérsia ainda é outra forte indicação de um sentimento anticristão crescente mundial, inclusive nos Estados Unidos, onde um treinador de Michigan foi despedido recentemente com base em alegações de que o ex-assistente dele, por ser um pastor evangélico, estava usando a posição no time de luta livre para fazer proselitismo entre estudantes muçulmanos, disse a circular de notícias da CFI.
O texto ainda diz: "Durante décadas, o cristianismo foi ilegal em dezenas de países ao redor do mundo onde milhões de cristãos sofrem discriminação, molestamento, abuso, tortura ou martírio por causa de seus hábitos de oração, leitura da Bíblia, louvor, adoração e testemunho da fé pessoal em Jesus Cristo."
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - A organização humanitária Liberdade Cristã Internacional (CFI, sigla em inglês), baseada em Michigan, informou que um marine foi afastado de seus deveres militares no Iraque na sexta-feira passada por distribuir "material cristão" a muçulmanos sunitas em Fallujah.
De acordo com a CFI, o material foi entregue a aproximadamente dez cidadãos de Fallujah ao passarem pelo posto de fiscalização militar que controla acesso à cidade. Seriam "moedas" que teriam impressas a seguinte inscrição em árabe "Onde você gastará eternidade?", de um lado, e as palavras de João 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não pereçam, mas tenha a vida eterna" no outro lado.
O incidente trouxe à luz a afronta entre residentes locais como também líderes sunitas que se encontraram com funcionários do governo dos EUA para exigir "o castigo mais severo possível" para todos os responsáveis pela distribuição da moeda com dizeres religiosos.
A CFI, cuja missão é prover ajuda humanitária e advocatícia para cristãos perseguidos em países como a China e Bangladesh, condenou as medidas disciplinares do Exército e afirmou que os Estados Unidos têm a obrigação de defender o direito pessoal do soldado de compartilhar a fé dele sem medo de perseguição.
Em junho, o presidente da CFI, Jim Jacobson, enviou a quarta carta ao ministro da Defesa, Robert M. Gates, argumentando que "o incidente em Fallujah não envolveu molestamento ou coerção de qualquer tipo por parte do soldado, nem desrespeito ao islã como religião ou qualquer tipo de dano a quem recebeu as moedas".
Cresce o sentimento anticristão
"A controvérsia ainda é outra forte indicação de um sentimento anticristão crescente mundial, inclusive nos Estados Unidos, onde um treinador de Michigan foi despedido recentemente com base em alegações de que o ex-assistente dele, por ser um pastor evangélico, estava usando a posição no time de luta livre para fazer proselitismo entre estudantes muçulmanos, disse a circular de notícias da CFI.
O texto ainda diz: "Durante décadas, o cristianismo foi ilegal em dezenas de países ao redor do mundo onde milhões de cristãos sofrem discriminação, molestamento, abuso, tortura ou martírio por causa de seus hábitos de oração, leitura da Bíblia, louvor, adoração e testemunho da fé pessoal em Jesus Cristo."
sábado, 28 de junho de 2008
MANIFESTANTES SE OPÕEM AO PROJETO, MAS NÃO AS PESSOAS

PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas
Protesto contra a lei de homofobia
BRASIL (*) - Um grupo de 80 líderes evangélicos, entregou ontem (25) à Mesa do Senado um manifesto popular contra a aprovação do PLC 122/06. Deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, integrantes da Frente Nacional Evangélica, consideram que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento.
Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social" (entenda).
“Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso”, disse o pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé.
No entendimento dele, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros. “Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito”, afirmou.
"Achamos que o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos. O projeto de lei dá poderes ditatoriais a uma minoria. Se um funcionário for dispensado de uma empresa, por exemplo, pode alegar homofobia e o dono da empresa vai ser preso por crime hediondo, inafiançável. Queremos trazer um projeto para proteger todas as minorias", disse o deputado Rodovalho (DEM-DF), da Igreja Sara Nossa Terra.
Proteção ou privilégio?
Os líderes evangélicos foram recebidos pelo senador Magno Malta (PR-ES), que também é contra a aprovação da proposta. Segundo ele, qualquer um que criticar ou rejeitar alguém para emprego ou transação comercial em virtude da “opção sexual” poderá ser preso.
Em discurso na tribuna do Senado, Magno Malta disse que ele e seus colegas se opõem ao projeto, mas "não às pessoas". Ele disse que alegar a necessidade da lei “porque estão matando homossexuais na rua" é uma distorção. "Matar não pode em nenhuma circunstância! Aqueles que têm disposição de matar, continuarão matando, independentemente de lei ou não, porque a mente criminosa será sempre a mente criminosa", alegou.
Para o senador, "o projeto cria um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada que não foi dada aos negros nem está nos estatutos do índio, do idoso ou do deficiente físico" (leia as penas previstas, aqui).
Relatora do projeto no Senado, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) criticou a mobilização dos evangélicos. "Infelizmente alguns religiosos utilizam discurso político para tentar ludibriar as pessoas crentes e tementes a Deus. Há que se observar aí mais uma postura de intolerância, pois em qualquer religião há diversidade dos seres humanos", afirmou.
Do lado de fora do Congreso Nacional, mil evangélicos, segundo estimativa da Polícia Militar, deram as mãos, oraram e tentaram sem sucesso entrar nas dependências do Congresso Nacional, mas foram impedidos.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
PROJETO QUER CALAR A BOCA DOS CRISTÃOS CRIANDO LEI DA MORDAÇA

Símbolo da luta contra o PLC 122/06
BRASIL (*) - O deputado Walter Brito Neto (PRB-PB), que integra a Frente da Família e Apoio à Vida, participou do ato contra o PLC 122/06 realizado ontem no Congresso Nacional e defende a rejeição do projeto, por considerá-lo uma violação à Constituição Federal.
"Os padres, as lideranças religiosas, os pastores não podem ter a sua palavra cerceada por um projeto desses, porque ele acaba desrespeitando a liberdade de expressão e também a liberdade religiosa. É importante a união de todos os religiosos neste momento para que possamos preservar um direito garantido pela Constituição", ressaltou.
O vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), pastor Silas Malafaia, considera o projeto “uma afronta à democracia”. “No estado democrático ninguém está imune à crítica”, afirmou.
Segundo o texto da Carta em Favor da Liberdade de Expressão, Liberdade Religiosa e contra a Pedofilia, entregue à Presidência do Senado (leia mais), a proposta, caso aprovada, colocará integrantes de entidades religiosas de todo Brasil sob o risco de serem presos se fizerem afirmações contrárias ao homossexualismo.
O projeto passa a considerar crime de preconceito os motivados por questões de gênero e orientação sexual, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão (veja quais são as penas previstas). Para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, o projeto de lei prevê detenção de um a três anos.
Opinião diferente não é discriminação
Na avaliação do deputado Miguel Martini (PHS-MG), também integrante da Frente da Família, padres, pastores e outros líderes religiosos podem defender opiniões contrárias ao homossexualismo, e isso não necessariamente caracteriza discriminação à orientação sexual.
"As pregações de padres e pastores são pregações de fé. O projeto está, na verdade, discriminando quem não pensa como os homossexuais", disse. "Querem calar a boca dos cristãos. Nós amamos os homossexuais, mas não amamos o homossexualismo e não vamos aceitar que sejamos discriminados em nome de convicções religiosas."
Muitos manifestantes que estiveram no Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do PLC 122/06 traziam faixas com os dizeres: “Vão rasgar a Bíblia? A Bíblia é homofóbica? Não queremos mordaça aos cristãos!”
LIBERDADE CRISTÃ EM PERIGO
PL 122/06 pode ser aprovado rapidamente
Grande mobilização, dia 25, contra a aprovação do projeto!
No próximo dia 25 de junho, quarta-feira, às 14h, haverá uma manifestação contra a aprovação do PLC 122/06 que censura a pregação da Bíblia Sagrada, em nome do “respeito” aos homossexuais, em frente à entrada do Congresso Nacional, em Brasília.
O livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha sobre o que fazer na vida, é um direito dado por Deus a todos os homens. Não cabe aos cristãos a tarefa de julgar comportamentos homossexuais ou impedi-los.
Mas cabe aos cristãos a liberdade de pregar trechos da Bíblia Sagrada, ainda que existam posições discordantes! Sem a ameaça de prisão ou o confisco dos livros!
Entenda o conteúdo do projeto e o impacto sobre a sua vida, aqui.
Diante de uma possível votação nos próximos dias, voltamos a convocar todas as pessoas que estão fora do Distrito Federal a enviarem mensagens de repúdio aos senadores (veja lista completa, aqui) ou telefonarem para o Alô Senado no 0800 61 22 11, a ligação é gratuita.
Atenção à tramitação do projeto
Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.
Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.
Votação surpresa
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.
Tsuli Narimatsu
Jornalista da Portas Abertas
Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!
O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto!
Grande mobilização, dia 25, contra a aprovação do projeto!
No próximo dia 25 de junho, quarta-feira, às 14h, haverá uma manifestação contra a aprovação do PLC 122/06 que censura a pregação da Bíblia Sagrada, em nome do “respeito” aos homossexuais, em frente à entrada do Congresso Nacional, em Brasília.
O livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha sobre o que fazer na vida, é um direito dado por Deus a todos os homens. Não cabe aos cristãos a tarefa de julgar comportamentos homossexuais ou impedi-los.
Mas cabe aos cristãos a liberdade de pregar trechos da Bíblia Sagrada, ainda que existam posições discordantes! Sem a ameaça de prisão ou o confisco dos livros!
Entenda o conteúdo do projeto e o impacto sobre a sua vida, aqui.
Diante de uma possível votação nos próximos dias, voltamos a convocar todas as pessoas que estão fora do Distrito Federal a enviarem mensagens de repúdio aos senadores (veja lista completa, aqui) ou telefonarem para o Alô Senado no 0800 61 22 11, a ligação é gratuita.
Atenção à tramitação do projeto
Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.
Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.
Votação surpresa
Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.
Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.
Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.
Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.
Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!
Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.
Tsuli Narimatsu
Jornalista da Portas Abertas
Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!
O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
CRIVELLA APRESENTA VOTO EM SEPARADO COM MUDANÇAS AO PLC 122/06
Crivella apresenta voto em separado com mudanças ao PLC 122/06
BRASIL (*) - O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) apresentou na última semana de maio voto em separado ao projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que define punições para "crimes de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero" e é relatado pela senadora Fátima Cleide (PT-RO) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Para ele, a proposta fere princípios constitucionais, como o da proporcionalidade, que não admite punição idêntica para condutas com gravidade diferenciada; o da taxatividade, por descrever os novos tipos penais propostos de maneira ampla e indeterminada; e o da liberdade de consciência e de crença, ao impedir a ação dos que se dedicam a transmitir mensagens religiosas contrárias aos princípios defendidos pelo projeto. Por isso, Crivella apresenta dez emendas modificando o texto.
O PLC 122/06 altera a Lei nº 7.716/89, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, ainda deve receber parecer das comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Em seu voto em separado, Crivella considera que "os referidos dispositivos ferem os princípios da moralidade e do pudor público; violam a liberdade de expressão do pensamento; permitem o exagero na demonstração de afetividade homossexual, por exemplo, dentro de organizações religiosas e hospitais, nas vias públicas, inclusive na presença de crianças e adolescentes".
Respeito aos preceitos cristãos
O senador considera inadmissível que se pretenda obrigar todos a compartilharem da mesma visão do homossexualismo, considerado para muitos um "modo antinatural de viver a sexualidade, afastado dos preceitos cristãos e de outras tradições religiosas".
O parlamentar afirma ainda que a proposição colide com o princípio da liberdade de consciência e crença e com o livre exercício de cultos religiosos porque pode impedir a ação daqueles que, por ofício de fé ou convicção pessoal, dedicam-se a transmitir mensagens religiosas em desacordo com os princípios ali defendidos.
Marcelo Crivella avalia ainda ser um erro grosseiro o nivelamento de diferentes formas de discriminação (racismo, discriminação de gênero, homofobia), "como, se num raciocínio matemático, estivéssemos tratando do mesmo tipo de fenômeno social".
Punição mais rigorosa do que a pena de homicídio culposo?
Ele demonstra temor pelo rigor extremado na aplicação das penas, já que quem atenta contra, por exemplo, a "livre expressão e manifestação de afetividade", descrição que ele considera genérica no projeto, poderá receber pena maior (de dois a cinco anos de reclusão) do que quem cometeu homicídio culposo praticado na direção de veículo automotor (de dois a quatro).
"Estamos certos de que o caminho da criminalização, nos termos propostos pelo PLC 122/06, não é a melhor forma de resolver os problemas nele identificados. Receamos que um grave equívoco esteja em curso. Entretanto, reconhecemos a necessidade de criar elementos de dissuasão contra práticas discriminatórias em virtude da condição sexual do ofendido, razão que nos motiva a apresentar emendas tendentes a estabelecer o equilíbrio entre as garantias constitucionais", justificou Crivella.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
BRASIL (*) - O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) apresentou na última semana de maio voto em separado ao projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que define punições para "crimes de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero" e é relatado pela senadora Fátima Cleide (PT-RO) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Para ele, a proposta fere princípios constitucionais, como o da proporcionalidade, que não admite punição idêntica para condutas com gravidade diferenciada; o da taxatividade, por descrever os novos tipos penais propostos de maneira ampla e indeterminada; e o da liberdade de consciência e de crença, ao impedir a ação dos que se dedicam a transmitir mensagens religiosas contrárias aos princípios defendidos pelo projeto. Por isso, Crivella apresenta dez emendas modificando o texto.
O PLC 122/06 altera a Lei nº 7.716/89, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, ainda deve receber parecer das comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Em seu voto em separado, Crivella considera que "os referidos dispositivos ferem os princípios da moralidade e do pudor público; violam a liberdade de expressão do pensamento; permitem o exagero na demonstração de afetividade homossexual, por exemplo, dentro de organizações religiosas e hospitais, nas vias públicas, inclusive na presença de crianças e adolescentes".
Respeito aos preceitos cristãos
O senador considera inadmissível que se pretenda obrigar todos a compartilharem da mesma visão do homossexualismo, considerado para muitos um "modo antinatural de viver a sexualidade, afastado dos preceitos cristãos e de outras tradições religiosas".
O parlamentar afirma ainda que a proposição colide com o princípio da liberdade de consciência e crença e com o livre exercício de cultos religiosos porque pode impedir a ação daqueles que, por ofício de fé ou convicção pessoal, dedicam-se a transmitir mensagens religiosas em desacordo com os princípios ali defendidos.
Marcelo Crivella avalia ainda ser um erro grosseiro o nivelamento de diferentes formas de discriminação (racismo, discriminação de gênero, homofobia), "como, se num raciocínio matemático, estivéssemos tratando do mesmo tipo de fenômeno social".
Punição mais rigorosa do que a pena de homicídio culposo?
Ele demonstra temor pelo rigor extremado na aplicação das penas, já que quem atenta contra, por exemplo, a "livre expressão e manifestação de afetividade", descrição que ele considera genérica no projeto, poderá receber pena maior (de dois a cinco anos de reclusão) do que quem cometeu homicídio culposo praticado na direção de veículo automotor (de dois a quatro).
"Estamos certos de que o caminho da criminalização, nos termos propostos pelo PLC 122/06, não é a melhor forma de resolver os problemas nele identificados. Receamos que um grave equívoco esteja em curso. Entretanto, reconhecemos a necessidade de criar elementos de dissuasão contra práticas discriminatórias em virtude da condição sexual do ofendido, razão que nos motiva a apresentar emendas tendentes a estabelecer o equilíbrio entre as garantias constitucionais", justificou Crivella.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
sábado, 14 de junho de 2008
EXTREMISTAS ESTUPRAM FILHA DE PASTOR PARA FORÇÁ-LO A RENUNCIAR A FÉ
13 de Junho de 2008 às 08:44:24
Extremistas estupram filha de pastor para forçá-lo a renunciar a fé
BANGLADESH - No último dia 8 de maio de 2008, um grupo de extremistas islâmicos raptou e estuprou uma garota de 13 anos, filha de um pastor local, do distrito de Mymensingh. O pastor Motilal Das, da Igreja Unida Betânia, disse que por volta das três horas da manhã do dia 2 de maio, os estupradores violentaram sua filha, Elina Das, e a deixaram inconsciente em frente de sua casa. Eles fizeram isso para tentar fazê-lo desistir de seu ministério no subdistrito de Fulbaria, a cerca de 120 km ao norte da capital.
Ele disse que há muito tempo vinha sofrendo por causa de seu ministério e do evangelismo, e já havia sido ameaçado de morte por diversas vezes. “Eu não dei atenção às ameaças e continuei a pregar e evangelizar, sempre em oração. Já que nada podia me parar, eles tentaram me envergonhar com esse estupro diante da comunidade para que eu fosse embora.”
Motilal Das foi o primeiro cristão da região, ele se converteu em 1986 e, desde então, tem sido uma peça fundamental no crescimento daquela localidade. Doze igrejas foram abertas e os cristãos já passam de 250, portanto, o pastor diz que é certo que esse estupro ocorreu para impedir seu ministério. “De outra forma, por que fariam isso com uma garota tão pequena?”, questionou ele.
Sua filha era a única estudante cristã em sua escola, e por isso, ela sempre sofreu com a perseguição, sendo ofendida com palavras duras e maliciosas. Os policiais disseram que ela foi rendida, amarrada com seu xale e presa próxima a um banheiro, a 400 metros de sua casa, e, ali, ela foi estuprada por cinco homens.
Ameaças de morte
Motilal Das disse que os prováveis suspeitos do ataque e os amigos deles os observavam enquanto ele ia prestar queixa na delegacia. O pastor relatou que eles o advertiram que se a queixa não fosse retirada, eles prejudicariam sua família de alguma forma. “Eu recebi diversas ameaças de morte, e eu, minha esposa, filha e filho, tivemos que passar dois dias e uma noite na delegacia para nos proteger.”
Elina Das identificou dois dos estupradores e disse que conseguiria identificar os outros se os visse. A polícia prendeu Shebul Miah, 22 anos, e Dulal Miah, 32 anos. Inicialmente, a polícia não queria registrar o caso, pois dizia que era falso.
O pastor Sento Mir, da Assembléia de Deus, pediu que o presidente da igreja estimulasse a abertura de caso pelos policiais. Quando ele entrou em contato com a delegacia, as queixas foram registradas.
A família foi desaconselhada a voltar para casa por causa dos diversos problemas que enfrentariam, e da humilhação e perseguição que sofreriam devido ao incidente.
Extremistas estupram filha de pastor para forçá-lo a renunciar a fé
BANGLADESH - No último dia 8 de maio de 2008, um grupo de extremistas islâmicos raptou e estuprou uma garota de 13 anos, filha de um pastor local, do distrito de Mymensingh. O pastor Motilal Das, da Igreja Unida Betânia, disse que por volta das três horas da manhã do dia 2 de maio, os estupradores violentaram sua filha, Elina Das, e a deixaram inconsciente em frente de sua casa. Eles fizeram isso para tentar fazê-lo desistir de seu ministério no subdistrito de Fulbaria, a cerca de 120 km ao norte da capital.
Ele disse que há muito tempo vinha sofrendo por causa de seu ministério e do evangelismo, e já havia sido ameaçado de morte por diversas vezes. “Eu não dei atenção às ameaças e continuei a pregar e evangelizar, sempre em oração. Já que nada podia me parar, eles tentaram me envergonhar com esse estupro diante da comunidade para que eu fosse embora.”
Motilal Das foi o primeiro cristão da região, ele se converteu em 1986 e, desde então, tem sido uma peça fundamental no crescimento daquela localidade. Doze igrejas foram abertas e os cristãos já passam de 250, portanto, o pastor diz que é certo que esse estupro ocorreu para impedir seu ministério. “De outra forma, por que fariam isso com uma garota tão pequena?”, questionou ele.
Sua filha era a única estudante cristã em sua escola, e por isso, ela sempre sofreu com a perseguição, sendo ofendida com palavras duras e maliciosas. Os policiais disseram que ela foi rendida, amarrada com seu xale e presa próxima a um banheiro, a 400 metros de sua casa, e, ali, ela foi estuprada por cinco homens.
Ameaças de morte
Motilal Das disse que os prováveis suspeitos do ataque e os amigos deles os observavam enquanto ele ia prestar queixa na delegacia. O pastor relatou que eles o advertiram que se a queixa não fosse retirada, eles prejudicariam sua família de alguma forma. “Eu recebi diversas ameaças de morte, e eu, minha esposa, filha e filho, tivemos que passar dois dias e uma noite na delegacia para nos proteger.”
Elina Das identificou dois dos estupradores e disse que conseguiria identificar os outros se os visse. A polícia prendeu Shebul Miah, 22 anos, e Dulal Miah, 32 anos. Inicialmente, a polícia não queria registrar o caso, pois dizia que era falso.
O pastor Sento Mir, da Assembléia de Deus, pediu que o presidente da igreja estimulasse a abertura de caso pelos policiais. Quando ele entrou em contato com a delegacia, as queixas foram registradas.
A família foi desaconselhada a voltar para casa por causa dos diversos problemas que enfrentariam, e da humilhação e perseguição que sofreriam devido ao incidente.
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